Última hora Iraque: Profunda hostilidade entre os comandos...China/UE: Cimeira anual dia 30 de Novembro...(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema...Ricardo Araújo Pereira exige demissão de...Reino Unido: Quatro pessoas acusadas por...Nuclear: Estados Unidos pressionam Irão a...Ambiente: "Não nos podemos permitir falhar...China: Explosão numa mina provocou 104 mortos...Murray vence na estreia do MastersBayern empata com o líder e Van Gaal recebe...
por LUÍS GALRÃO, Sintra
A nova auto-estrada já capta cerca de 18 mil veículos por dia. Mas o IC19 mantém congestionamento de trânsito, sobretudo nas horas de ponta.
A Auto-Estrada 16, inaugurada há um mês, já conquistou alguns milhares de utilizadores, mas ainda não descongestionou o IC19, via onde era esperada uma redução de 20% do tráfego. "Sentiu-se apenas uma melhoria temporária na fase em que os curiosos experimentaram a A16", conta Nuno Palma, um utilizador diário residente em Sintra.
Apesar de ter acesso aos dados em tempo real, a concessionária das duas vias informa que "ainda não há valores consolidados para permitir o balanço A16/IC19 desde a abertura" da nova auto-estrada. No entanto, fonte da Ascendi avança que o tráfego médio diário na A16 ronda os 18 mil veículos, valor inferior aos 26 mil que a empresa espera atrair no primeiro ano.
Apesar disso, a nova auto-estrada entre a A5, em Cascais, e a CREL, em Sintra, continua a atrair automobilistas como Catarina Henriques, de Mem Martins. "Depois de cinco anos na lentidão terrível do IC19, optei pela A16 por uma questão de rapidez e agora demoro metade do tempo a chegar ao emprego", conta a advogada, de 31 anos.
O percurso que faz "desde o primeiro dia" começa no nó de Telhal, já depois da portagem de Sacotes, e termina em Alfragide. "Apanho a A16 até à CREL e daí sigo para o IC19, onde entro em Queluz, já depois do pára-arranca que chega a começar em Rio de Mouro", explica.
Também Paulo Gaspar, de Agualva-Cacém, não hesitou, apesar de gastar mais 50 cêntimos de portagem para cada lado. "Consigo rentabilizar cerca de 15 minutos diários, ou seja, reduzi a viagem quase para metade", revela este gestor informático de 37 anos que trabalha em Miraflores e admite que "apesar de ter várias alternativas, esta opção compensa em rapidez".
Agora, Paulo garante que só recorre ao IC19 "fora das horas de ponta", uma vez que esta estrada continua a ter tráfego intenso. Catarina pensa o mesmo, mas não consegue fugir a um pequeno troço do IC19, onde não nota melhorias. "O trajecto entre Queluz e a Amadora foi sempre problemático, mesmo depois do alargamento", conta. Ao todo, gasta 75 cêntimos diários, porque no regresso opta "pelo IC19 porque já não é problemático".
Ontem, o DN testou novamente o percurso da A16 entre Sintra e o estádio da Luz, em Lisboa, através da Calçada de Carriche.
A viagem demorou 34 minutos, menos seis que a experiência semelhante realizada no início do mês, e menos 21 que através do IC19, apesar de o percurso ter mais 14 quilómetros e custar 1,25 euros. No entanto, quem viajar desde Cascais terá de pagar 1,90 euros, no caso dos veículos de classe 1. Os utilizadores consideram a nova auto-estrada segura, mas o Observatório de Segurança das Estadas e Cidades deixa um alerta: "Ainda não estudámos a via, mas se seguir os exemplos de outras auto-estradas recentes, enfermará dos mesmos problemas, como a criação de zonas de hidroplanagem", avisa o presidente Nuno Salpico.
A A16 faz parte da Concessão da Grande Lisboa e é composta por vários troços do IC16 e do IC30, dos quais falta concluir a ligação entre Alfornelos e a Pontinha, troço que encurtará a distância a Lisboa.
A via é explorada pela Ascendi (antiga Aenor), que detém concessão nos próximos 30 anos.
Além do troço da Pontinha, durante os próximos meses irão ainda decorrer pequenos trabalhos nos acessos, arranjos paisagísticos e a recuperação das vias secundárias, um processo articulado com as autarquias.
Outras duas obras que estão por fazer são as áreas de serviço, uma em cada IC, cuja conclusão está prevista apenas para meados de 2010.
A nova auto-estrada custou 127,5 milhões de euros e é um sistema aberto, ou seja, há vários troços que podem ser feitos de forma gratuita. Quem utilizar a via entre Idanha (Agualva) e o Telhal, ou entre Lourel e Ranholas, por exemplo, não terá de pagar.
As três portagens estão colocadas junto à CREL (0,50 euros), em Sacotes/Algueirão (0,50) e em Ranholas/Linhó (0,90).
Tags: Portugal, Sul
Nome de Utilizador:
Password:
Ainda não tem Área Pessoal? » Registe-se
Esqueceu a password? » Clique Aqui
0 Comentários
Iraque: Profunda hostilidade entre os comandos norte-americano e britânico
China/UE: Cimeira anual dia 30 de Novembro, em Nanjing
(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema musical
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Reino Unido: Quatro pessoas acusadas por tentativa de acto terrorista em nome da jihad - polícia
Nuclear: Estados Unidos pressionam Irão a cooperar com o Ocidente
Sporting goleia Pescadores no Restelo
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
"Assistimos a uma tentativa de decapitação política"
Um totalista no Totoloto arrecada cerca de 1,5 milhões
Moçambique: RENAMO diz que vai iniciar campanha de desobediencia ao governo
Televisão: Reino Unido e Brasil lideram nomeações aos Emmy Internacionais
Ramal da Lousã: Movimento promete lutar até ao fim pela electrificação da linha
Futebol Praia: Mundial - Portugal vence Uruguai por 14-7 e termina no terceiro lugar
Benfica eliminado da Taça de Portugal
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos