Última hora Cristiano Ronaldo já treina sem restriçõesJorge Jesus lamenta oportunidades falhadas...Espanha: Governo prepara-se para aprovar...Tottenham arrasa Wigan com nove golosUsain Bolt e Sanya Richards atletas do ano...PCP defende manutenção de escutas "para processos...CDS-PP diz que estará atento ao cumprimento..."Assistimos a uma tentativa de decapitação...Carlos Carvalhal satisfeito com a atitude...Futebol: Taça de Portugal - Guimarães vence...
por
Vasco Graça Moura
escritor
Autenticidade é uma palavra que ocorre imediatamente a propósito de Manuela Ferreira Leite.
Basta ouvir ou ler as suas intervenções.
Em cada declaração que faz, ela está ali, inteira e transparente, na franqueza e na dignidade com que se expõe, sem disfarces, subterfúgios ou jogos, sem desculpas, pretextos ou calculismos mais ou menos elaborados.
O PSD está de rastos e ela pode impedir a desagregação do PSD.
Toda a gente percebe que o seu propósito é mudar o partido para mudar o País.
Mudar o partido significa, por um lado, reconduzi-lo aos valores da sua forte matriz social-democrata, reformista e personalista e, por outro, actualizar e renovar coerentemente o seu programa de intervenção.
Mudar o País significa apostar tudo para ganhar as três eleições que ocorrerão em 2009 e começar a governar em conformidade com as propostas do PSD.
Por programa não se entende um mero enunciado de pontos mais ou menos genéricos com os quais toda a gente pode estar de acordo, mas sim um conjunto estruturado de linhas de acção devidamente calibradas, devidamente articuladas e devidamente desenvolvidas pelo trabalho das estruturas partidárias competentes, face à realidade portuguesa.
A campanha interna de Manuela Ferreira Leite não deixa de ir dando conhecimento aos militantes das ideias-força do seu pensamento.
Mas ela faz muito bem em apostar noutra dimensão da sua proposta que surge como condição prévia ou pressuposto de tudo o mais: credibilizar o PSD, de modo a torná-lo mais uma vez no verdadeiro adversário da actual maioria e numa referência política incontornável, dotando-o entretanto de uma máquina eleitoral bem preparada e apetrechada, no plano ideológico, no plano programático e no plano da acção.
Essa não é só uma prioridade séria. É uma prioridade absoluta.
Ninguém duvida de que, uma vez eleita, Manuela Ferreira Leite tratará de desencadear todas as operações necessárias à rápida consolidação do prestígio do partido e à elaboração de um quadro programático à medida das ambições do PSD e das grandes questões nacionais.
E ninguém duvida também de que ela terá a seu lado as figuras mais relevantes e mais competentes para tal efeito, do PSD, dos TSD e da JSD.
Isso é que é mudar o partido para mudar o País e essa expectativa de mudança é plenamente avalizada pelas suas qualidades pessoais.
A relação directa e simples, conquanto humanamente muito rica, que ela vai estabelecendo nos seus contactos com as estruturas e os militantes do partido por todo o País traduz exactamente essas qualidades.
Os militantes apercebem-se dessa espécie de "radioactividade" que emana dela e transcende os limites do PSD para atingir positivamente vastos sectores da população.
Para além de todas as suas outras qualidades, a sua autenticidade é portanto uma mais-valia insuperável.
Os militantes sabem que ela faz o que promete e que não é pessoa para se deixar ficar pelo caminho.
Sabem que ela dará ao PSD um fôlego novo, uma energia redobrada e uma capacidade de resposta política adequada que o partido perdeu nos últimos meses.
Sabem que só Manuela Ferreira Leite tem condições para superar divergências, dissensões, despeitos, ressentimentos e outros equívocos de vária ordem, numa altura em que há a necessidade patente de convergência e conjugação de esforços para um objectivo dessa envergadura.
Sabem que conhece o País e os seus problemas como ninguém e que, logo à partida, ela é respeitada por todos os sectores da sociedade civil que a vêem como a figura mais competente para o exercício das funções a que se candidata.
Sabem que só uma pessoa como ela, à frente do PSD, pode tirar Portugal do buraco desastroso em que se encontra por obra e graça de uma governação socialista que nem sequer tem sido capaz de aproveitar os fundos estruturais, como se vê da tragicomédia do QREN...
A oportunidade de eleger Manuela Ferreira Leite não pode por isso ser desaproveitada.
As três eleições de 2009 não podem ficar em risco.
O PSD precisa de Manuela Ferreira Leite e Portugal também.
Trata-se realmente de mudar o partido para mudar o País.
Uso em excesso de antivirais
Surfista tetraplégicochama outros jovens
Passos Coelho quer discutir emprego
O maior lago artificial da Europa
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Moção contra os contentores
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
'Poker' é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Mais de vinte portugueses já ganharam o Euromilhões
Carro voou e perfurou camião cheio de gasóleo
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Distritais PSD de Lisboa e Porto querem directas já
Oliveira Costa com acusação deduzida
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Campos de concentração para tâmiles esvaziados
"Não fui escolhido por ter olhos bonitos, tenho tarimba"
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos