Última hora Murray vence na estreia do MastersBayern empata com o líder e Van Gaal recebe...Uso em excesso de antiviraisSurfista tetraplégicochama outros jovens...Passos Coelho quer discutir empregoO maior lago artificial da EuropaNavio encalhado impede sete cavalos de participar...Moção contra os contentores Marcelo fecha a porta à corrida para a liderança...Maioria dos testes é negativa
por
ALEXANDRA CARREIRA, Bruxelas
Sarkozy quer uma Europa fortaleza
Líder francês tenta obter apoios para luta à imigração
Combater a todo o custo a imigração ilegal na União Europeia. É este o mote do Pacto de Imigração e Asilo que a França, assim que assumir a presidência do Conselho da UE, a partir do dia 1 de Julho, vai impor na agenda europeia. Para já, o ministro da Imigração francês, Brice Hortefeux, tenta convencer, um a um, os seus homólogos nos 27, tendo por isso iniciado um périplo com passagem por todas as capitais europeias e que deverá terminar em Junho.
A versão provisória do Pacto, a que o DN teve acesso, faz a apologia de uma política comum de imigração e deverá assumir um cariz político, e não legalmente vinculativo, muito embora ainda ninguém possa determinar que importância terá no contexto institucional comunitário. Os dois eixos da proposta são a "protecção das fronteiras externas" e o "afastamento efectivo dos estrangeiros ilegais", diz o documento, através da ampliação das capacidades das autoridades policiais e de patrulhamento terrestre, marítimo e aéreo.
Para começar, Sarkozy vai pedir o apoio para a criação de um "estado-maior dotado de dois postos de comando, um a Leste e outro a Sul" da Europa, sob a alçada da Frontex, a Agência Euro-
peia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas. É, aliás, a esta agência que a França quer dar mais competências, compelindo os Estados membros a porem ao seu dispor mais recursos e mecanismos técnicos, tecnológicos e equipamento policial. Mais, em 2009, será criado um "corpo de 'formadores-investigadores'", também no âmbito da Frontex.
Os planos do Chefe do Estado francês prevêem que, a partir de 2012, todas as fronteiras externas da UE sejam dotadas de sistemas de registo automático de todas as entradas e saídas do território. Além disso, o Eliseu vai ainda propor que a UE aumente globalmente a sua ajuda aos países limítrofes no que toca, em particular, à formação e equipamento de corpos policiais especializados em imigração.
O Pacto, que deverá, de resto, ser assunto da agenda do Conselho Europeu de Outubro, sublinha que "apenas uma em cada três decisões de afastamento é executada na Europa". Daqui, o documento parte para a conclusão de que "ou o estrangeiro parte voluntariamente, ou deve ser reconduzido ao seu país de origem". É também referida a importância de que os Estados membros disponham dos instrumentos jurídicos necessários à deportação. Aqui, o Pacto introduz novamente a intervenção da Frontex e também da Europol, abreviatura do Serviço Europeu de Polícia.
A forma como cada um dos países da UE trata os seus imigrantes tem sido um dos assuntos mais difíceis de negociar no Conselho. Esta é uma área que interfere num pelouro que, até aqui, pertence às competências nacionais. Embora hoje ninguém questione a preparação de um Sistema Europeu de Asilo - que a Comissão Europeia quer ver em prática em 2010 -, a verdade é que o Pacto de Sarkozy não vai ser facilmente aceite por todos os Estados membros, já que, quer ao nível da legislação, quer da prática, a realidade é díspar nos 27.
"Ninguém percebe muito bem porque isto vem agora", questiona Kris Pollet, especialista da Amnistia Internacional. "Até porque este documento vem duplicar alguns instrumentos que já existem e outros que estão a ser desenvolvidos", continua. Para um diplomata europeu, o Pacto que Paris vai propor "não passa de um reflexo da própria agenda nacional do Presidente francês. Não é surpresa para ninguém que a imigração é a grande prioridade da presidência" francesa da UE.
Sarkozy, enquanto ministro do Interior francês sempre defendeu uma política de "imigração escolhida" e, depois de ser eleito, há um ano para o Eliseu, criou um Ministério da Imigração, da Integração e da Identidade Nacional.
Ao contrário da directiva do retorno, também hoje na agenda comunitária, Pollet frisa que "no Pacto não se vê qualquer referência às Convenções internacionais de direitos humanos e isso quer dizer alguma coisa".
Murray vence na estreia do Masters
Bayern empata com o líder e Van Gaal recebe mais assobios
Uso em excesso de antivirais
Surfista tetraplégicochama outros jovens
Passos Coelho quer discutir emprego
O maior lago artificial da Europa
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Mais de vinte portugueses já ganharam o Euromilhões
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Primeiro porto espacial nasce no Novo México
Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntos
(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema musical
Empresários acusam Governo de asfixiar empregadoras
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Atlantis: Terminou segunda saída orbital dos dois astronautas
Espanha: Várias detenções em Madrid durante uma reunião da extrema direita europeia
Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções pacíficas do seu país
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos