Última hora Casa Pia: Instituição é hoje uma referência..."Para o Barça só tenho palavras de agradecimento""Vejo muito mal este clima de tensão entre..."É difícil entendimento entre as esquerdas...Justiça: "É preciso repor a decência", adverte...AR: Será muito difícil um entendimento entre...CSM esclarece amanhã questão de destruição...AR/Justiça: PS e PSD apresentam lista conjunta...AR: Silva Peneda é nome proposto por PS e...Atletimo: Mundial corta-mato - Selecções...
por
MANUEL ESTEVES
RUI COUTINHO -ARQUIVO DN
É cada vez maior o número de de-sempregados que vive apenas com o subsídio social de desemprego, uma prestação destinada a situações de emergência económica. Segundo o Instituto de Informática da Segurança Social, havia, em Fevereiro, 44 mil pessoas a receber o subsídio social de desemprego inicial, mais 23% do que no mesmo mês do ano anterior.
Este aumento reflecte a subida em flecha dos pedidos deste tipo de prestação social: nos últimos 12 meses (de Março de 2007 a Fevereiro de 2008), a Segurança Social respondeu positivamente a cerca de 59 mil requerimentos de desempregados, sensivelmente o dobro do número verificado no período homólogo.
O aumento do recurso a este tipo de prestação acontece numa altura em que diminui substancialmente o número de pessoas que recebe subsídio de desemprego "normal" e em que os pedidos desta prestação caem sustentadamente. Em Fevereiro, havia 175 mil pessoas a receber subsídio de desemprego "normal", menos 20% do que no mesmo mês de 2007. Coerentemente, o número de novos subsídio "normais" atribuídos pela Segurança Social nos últimos 12 meses caiu 27%.
Quem são eles?
Os beneficiários que recebem o subsídio social de desemprego inicial são pessoas que não trabalharam (com descontos para a Segurança Social) o tempo suficiente para aceder ao subsídio de desemprego "normal" e que, simultaneamente, vivem em agregados familiares pobres, com um rendimento per capita inferior a 326 euros, no limiar da pobreza. Quatro em dez beneficiários têm idades compreendidas entre 20 e 34 anos - tipicamente, são jovens que não viram renovados os seus contratos a prazo (muitas vezes a seis meses ou a um ano). O crescimento do número de pessoas que vive desta prestação é, assim, um importante indicador que reflecte um agravamento da precariedade dos contratos de trabalhos. Pobreza antes e depois da atribuição do subsídio já que o valor da prestação paga é muito baixo e independente do salário anteriormente declarado, oscilando entre 326 e 407 euros, enquanto o subsídio normal pode chegar a 1221 euros.|
Susan Boyle lança disco de estreia no Natal
Casa Pia: Instituição é hoje uma referência na integração e protecção de jovens - ministra do Trabalho
"Para o Barça só tenho palavras de agradecimento"
"Vejo muito mal este clima de tensão entre justiça e política"
"É difícil entendimento entre as esquerdas no Parlamento"
Justiça: "É preciso repor a decência", adverte Alegre sobre relações entre sistemas político e judicial
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Jaime Gama recusa autorizar viagem de deputados a África
Português estreante em grandes torneios ganha 404 mil
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Linha Porto-Vigo concluída dois anos depois do previsto
Acidente com avião militar provoca cinco mortos
PGR "actuou de forma atabalhoada" e por "razões políticas"
Constâncio admite aumento de impostos até 2013
Só o budismo aprova casamento homossexual
Assis diz que Governo foi alvo de "tentativa de decapitação"
gripe A
brasil
sida
bpp
ALEXANDRA
mangualde
Castelo Branco
gnr
EMPREGO
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos