Última hora ONU/Sida: Portugal tem taxa de novos diagnósticos...OE 2009: Governo entregou no Parlamento proposta...Presidente do MIT diz-se "muito impressionada"...PS/Porto: Reunião "de rotina e pouco política"...BPN: Clientes abandonam instalações de agência...Futebol: LC (Gr.D) - A conversa de John Terry...Acidentes: Um morto e dois feridos graves...Futebol: Sporting - Sobram pouco mais de...Justiça/Porto: Tribunal julga segurança acusado...Cabo Verde: PAICV e MpD chegam a acordo para...
por
ANA SUSPIRO
Electricidade. Até agora, EDP tinha de assumir a totalidade dos custos com as dívidas incobráveis. A situação vai mudar a partir de 2009. Os consumidores vão partilhar este risco com a eléctrica. Em causa estão valores entre 0,2% a 0,3% da facturação total. Em 2007, foram 12,5 milhões de euros
Em 2009, a EDP vai partilhar os custos com consumidores
Os custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores. Hoje, é a EDP Serviço Universal que assume os encargos totais dessas dívidas. Mas a proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para o próximo período regulatório de 2009/11 prevê que os encargos com esses compromissos passem a ser partilhados com os consumidores de electricidade a partir do próximo ano, nas tarifas de electricidade.
Em causa estão valores relativamente pouco significativos, ou seja, nunca ultrapassam 0,2% a 0,3% do volume de negócios do serviço universal da EDP. As previsões para este ano, apontam para um montante de incobráveis de 13,6 milhões de euros, mais 9% do que no ano passado (12,5 milhões de euros). Se metade do valor for transferido para os cerca de seis milhões de consumidores de electricidade no próximo ano, o acréscimo na factura anual seria pouco superior a 1 euro (1,13 euros).
No passado, a ERSE sempre considerou que o risco de cobrança teria que ser assumido pela empresa e que "os consumidores não deveriam suportar as dívidas dos maus pagadores. Por enquanto, apenas é permitido que os clientes financiem temporariamente as dívidas à EDP que são pagas. Mas a eléctrica alegava que os incobráveis são também um custo do sistema, que não é possível eliminar totalmente. O regulador, aceitando que esta realidade não depende apenas da actuação da empresa, mas também da conjuntura económica, aceitou passar a incluir nos proveitos permitidos para esta actividade, e que são constituídos pelas tarifas finais de electricidade, uma parcela associada ao risco de cobrança, que permite a partilha destes riscos com os consumidores. Haverá sempre contudo um limite aos encargos a passar para os clientes para que o operador seja estimulado a cobrar as dívidas.
Mais opções para poupar
Este é apenas um dos aspectos das regras para o novo período regulatório. Ao nível das tarifas eléctricas finais são criadas novas modalidades como a tarifa tri-horária, a juntar à bi-horária que vão permitir aos consumidores ajustarem os seus consumos aos horários de menor procura, com benefício na factura. São ainda criadas novas opções de qualidade de serviço que permitem ao cliente economizar no valor que paga se aceitar uma facturação trimestral, em vez de mensal ou se optar apenas por aceder à factura na Internet.
Ministra da Saúde confirma 16 mortes em Portugal
Gripe A (H1N1): Ministra da Saúde confirma 16 mortes em Portugal
Futebol: LC - Figo em Camp Nou após cinco anos de ausência
Futebol: Benfica - Luisão já corre, Ramires condicionado
OE 2009: Governo redirecciona garantias bancárias para financiar aumento do défice
ONU/Sida: Portugal tem taxa de novos diagnósticos inferior a outros países europeus - Coordenação Nacional
Neofarmacêutica recolhe Ben-U-Ron Xarope
Mais seis mortes por gripe A nos últimos dias em Portugal
Quarto crime numa semana entre casais de namorados
PGR nega acesso às certidões das escutas a Sócrates
Homem esteve 23 anos em falso coma e consciente
Soares dos Santos quer aumento de salários baixos
Constâncio defende mais impostos a partir de 2011
"Houve ataque de carácter a Sócrates"
Sócrates afasta qualquer aumento de impostos
Juiz de Aveiro nunca foi contra destruição das escutas
Ferreira Leite: há menos liberdade e justiça no país
gripe a
sida
brasil
mangualde
alexandra
escuteiros
bpp
emprego
gnr
castelo branco
Em sua opinião que impostos devem ser aumentados para corrigir o défice?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos