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HELENA TECEDEIRO
EPA/LUSA (imagem)
O primeiro encontro entre Nicolas Sarkozy e Carla Bruni aconteceu em finais de Novembro, em casa do publicitário Jacques Séguéla. E terá sido amor à primeira vista. Dois meses após anunciar o divórcio de Cécilia, o Presidente francês parece agora decidido a assumir o romance com a cantora e ex-modelo. Fotografado sábado durante um passeio na Disneyland Paris, o casal não se escondeu. Muito pelo contrário. Surgiu sorridente nas fotografias que serão amanhã primeira páginas das revistas Point de Vue, Paris Match e Closer.
Enquanto o Eliseu recusou comentar o alegado romance do Presidente, o chefe de redacção da revista L'Express, que revelou a história, garantia ter recebido a confirmação da própria Carla Bruni. Em declarações à televisão LCI, Christophe Barbier explicou: "O Presidente já ponderava revelar esta informação", ou pelo menos "deixar de a esconder".
E foi o que fez no sábado. Após ter sido visto a passear com Bruni, que faz 39 anos na próxima semana, nos jardins da sua residência secundária, em Versalhes, no fim-de-semana anterior, Sarkozy levou a nova "família" a assistir ao desfile do Mickey na Disneyland Paris. Além da fotografia de capa da revista Point de Vue, em que o Presidente, de 52 anos, exibe um sorriso ao lado da intérprete de Quelqu'un m'a dit, o site purepeople.com conseguiu outra imagem em que Sarkozy surge com Bruni, o filho desta, Aurélien, de 6 anos, e a mãe da cantora, Marysa Borini.
"Sarkozy e Bruni tinham vontade que o seu romance fosse conhecido", afirmou Colombe Pringle, directora da Point de Vue à AFP.
Depois do divórcio, Sarkozy prometera manter a discrição sobre a vida privada. Quebrada a promessa, a imprensa francesa interroga-se se Bruni será uma boa primeira dama. A ex-modelo pode não ter o sangue cigano de Cécilia, mas promete dar algumas dores de cabeça ao Presidente. Afinal, foi apoiante da socialista Ségolène Royal, adversária de Sarkozy nas presidenciais de Maio, e assinou uma petição contra os testes de ADN a familiares de imigrantes que queiram entrar em França; uma medida do Governo Sarkozy.|
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