Última hora China: Explosão numa mina provocou 104 mortos...Murray vence na estreia do MastersBayern empata com o líder e Van Gaal recebe...Uso em excesso de antiviraisSurfista tetraplégicochama outros jovens...Passos Coelho quer discutir empregoO maior lago artificial da EuropaNavio encalhado impede sete cavalos de participar...Moção contra os contentores Marcelo fecha a porta à corrida para a liderança...
por
NUNO GALOPIM
ƒontar as histórias pessoais de estrelas do rock'n'roll tem-se revelado um dos mais concorridos filões do cinema dos últimos anos. Entre apostas para o grande mercado e aventuras de perfil mais alternativo, chegaram já ao grande ecrã, entre outras, as vidas de nomes como os de Johnny Cash (em Walk the Line, de James Mangold), Ray Charles (Ray, de Taylor Hackford), ou Bobby Darin (Beyond the Sea, de Kevin Spacey). Brevemente veremos episódios da história de Bob Dylan, numa abordagem invulgar de Todd Haynes. Hoje, estreia-se em Portugal Control, filme no qual o fotógrafo holandês Anton Corbijn (célebre pelo trabalho com bandas como os U2 e Depeche Mode) retrata a vida de Ian Curtis (1956- -1980) e da banda mítica que liderou, os Joy Division.
Baseado na biografia assinada pela sua viúva, Deborah Curtis (publicada em Portugal, pela Assírio & Alvim, como Carícias Distantes) o filme preocupa-se mais com o homem que com a música que nos deixou. Numa perspectiva "familiar", descobrimos o jovem que admira David Bowie e que, como tantos seus contemporâneos na Inglaterra de meados de 70, vê a sua vida mudada pela descoberta do punk.
Estamos num bairro periférico de Manchester, em finais de 70. Ian Curtis, funcionário público das nove às cinco e criativo nas horas vagas, forma, com três amigos, os Warsaw, pouco depois mudando o nome para Joy Division. Em menos de dois anos, o grupo tornou-se num dos mais destacados fenómenos do movimento pós-punk, acabando inclusivamente transformado no paradigma de uma atitude que, entre nós, acabou conhecida como urbano-depressiva.
As letras e voz de Ian Curtis e o tom sombrio da música dos Joy Division foram expressão perfeita de um tempo e um lugar onde estas vidas aconteceram. Dividido entre um casamento precoce (e frustrado) e a descoberta de um novo amor numa jovem belga, atormentado por uma epilepsia (que se chegou a manifestar em palco), assustado com a ideia de uma carreira musical de cada vez maior relevo e mediatismo, Ian Curtis mergulhou numa espiral de tormentas que culminaram, a 18 de Maio de 1980, no seu suicídio, em véspera de partida dos Joy Division para a sua primeira digressão nos Estados Unidos.
A tragédia de Ian Curtis tem marcado gerações de músicos e melómanos desde então. Controlassinala o reencontro de Anton Corbijn com uma das primeiras bandas que fotografou.|
China: Explosão numa mina provocou 104 mortos, de acordo com um novo balanço
Murray vence na estreia do Masters
Bayern empata com o líder e Van Gaal recebe mais assobios
Uso em excesso de antivirais
Surfista tetraplégicochama outros jovens
Passos Coelho quer discutir emprego
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Primeiro porto espacial nasce no Novo México
Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntos
Espanha: Várias detenções em Madrid durante uma reunião da extrema direita europeia
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Sporting goleia Pescadores no Restelo
(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema musical
Atlantis: Terminou segunda saída orbital dos dois astronautas
Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções pacíficas do seu país
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos