Última hora Camargo compra 22% da Cimpor à Teixeira DuarteO avançado dos três a zero ao BenficaBolsa abre a subir 1,21% para os 7588,51...Investimento em dívida cai para metadePortugal vai emitir OT a dez anosCSN quer impugnar mudança na CimporBanif abriu escritório em Hong KongAccionista do BPP prepara novo plano de salvaçãoToyota chama para revisão 'Prius' vendidos...Vendas de carros vão subir 2,2%
por
LEONOR FIGUEIREDO
A manifestação que ontem decorreu frente à Assembleia da República (AR) e juntou cerca de uma centena de pessoas foi uma das muitas iniciativas de sensibilização que os artistas promoveram nos últimos meses.
Desde que foi conhecido o conteúdo do projecto de lei 132/X proposto pelo Partido Socialista, a comunidade artística não se tem calado. Milhares de profissionais subscreveram abaixo-assinados, fizeram contestações públicas, entregaram petições. A sua mensagem tem sido só uma e dirigida aos deputados: não aprovem o projecto de lei governamental porque não nos serve, nem se adequa à nossa realidade.
"Pedimos que parem (...), escutem a nossa opinião (...) e olhem para a realidade dos intermitentes", lia-se na carta que foi ontem entregue à Comissão do Trabalho e da Segurança Social da AR, por uma delegação da plataforma dos Intermitentes. Estes artistas consideram que o conceito de intermitência foi "desvirtuado" na proposta governamental, não conferindo direitos a todos e, pelo contrário, precarizando "os que já têm alguma protecção social".
Para complicar ainda mais esta questão, os problemas dos artistas estão "dispersos" em duas comissões da AR: os direitos de autor e propriedade intelectual estão a ser analisados na Comissão de Cultura e as questões laborais na Comissão do Trabalho - comissões essas que tiveram, entretanto, novo elenco.
Ontem, o deputado Pedro Mota Soares (CDS-PP) fez um requerimento que pretende adiar a reunião marcada para hoje da Comissão de Trabalho (e que iria fazer alterações na especialidade) para que a Comissão de Cultura se possa pronunciar, antes da votação. Mas só amanhã na conferência de líderes se saberá se a proposta foi aceite.
Isto sem falar na preocupação número um de todos os artistas: a ausência de Segurança Social, tema que não faz parte sequer da proposta do Governo de Sócrates mas está incluída nas propostas quer do Bloco de Esquerda, quer do Partido Comunista.
As denúncias da falta de Segurança Social e da precariedade em que os artistas se vêem quando há uma doença ou se tem um filho, por exemplo, têm sido frequentes nos meios de comunicação social. Mas o PS não quer tratar do assunto para já.|
História: Zheng He contra Vasco da Gama - nova biografia contrapõe "cortesia" a "invasão colonial"
Grécia: Milhares de funcionários públicos protestaram na rua contra medidas de combate à crise
Camargo compra 22% da Cimpor à Teixeira Duarte
O avançado dos três a zero ao Benfica
Ucrânia/Eleições: Comissão eleitoral anuncia vitória de Ianukovitch depois de contados todos os votos
Bolsa abre a subir 1,21% para os 7588,51 pontos
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Entram no banco, tiram o véu e dizem: "mãos ao ar"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos