Última hora Clima: Estados Unidos alertam para acordo...Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir...Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis...Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco...PSD: Distritais reclamam nova liderança até...38 pessoas invocam "maus tratos" Advogados lusos unidos pelo poderAcordo na educação ficaria em risco se o...87% das mulheres que abortam não usam contraceptivos428 chamadas em 3 meses para Linha do Idoso
por
SUSETE FRANCISCO
Sem data definida, norma deverá ser aplicada gradualmente
Novo estatuto estabelece assessor individual para cada deputado
Os deputados à Assembleia da República (AR) vão passar a ter um assistente individual. A medida ficou ontem consagrada num projecto de alteração ao Estatuto dos Deputados, que subirá hoje a votação. Sem data para ser aplicada, a norma deverá ser "concretizada gradualmente", com o apoio dos assessores dividido "numa primeira fase" por vários deputados.
Uma proposta que não recolheu o apoio de todos os partidos. "Isto consagra um acréscimo de custos que terá de ser pago pelo Parlamento. Num momento em que se pede aos portugueses um conjunto de sacrifícios, é um direito que não se afigura necessário", criticou Mota Soares, do CDS (que votou contra, tal como o PCP e PEV. O BE absteve-se, PSD e PS votaram a favor).
Uma tese contrariada pelo socialista António José Seguro. "Um bom exercício da função de deputado justifica o apoio. Nem toda a despesa é má despesa, a eficiência não se obtém a custo zero", sustentou o parlamentar. Seguro recusou também que a proposta venha a pesar nas contas públicas, argumentando que fica expresso o princípio de que a contratação de assistentes pessoais (que terá ainda de ser definida em lei) deve "adoptar normas que não aumentem a despesa pública". O deputado admitiu ainda que a alteração possa ser posta em prática só na próxima legislatura, a partir de 2009.
Actualmente, a AR deixa aos partidos o critério sobre o número de pessoas que contratam para apoio técnico. O que está pré-definido é o montante financeiro que cada um tem para esta área, calculado em função do número de votos nas eleições - com esse montante, cabe então aos partidos decidir quantos funcionários contratam. Actualmente, o conjunto de todos os grupos parlamentares contará bem menos de 100 assessores - um número que, com o novo estatuto, passará para os 230.
Quem pergunta primeiro?
Quem faz a primeira pergunta a Sócrates nos debates no Parlamento? Esta foi a questão que ontem acabou com o consenso em torno do novo regimento da AR, que a partir de Setembro vai alterar o funcionamento dos trabalhos parlamentares. Depois de meses a trabalhar no novo texto, os partidos puseram-se de acordo quanto à esmagadora maioria dos 271 artigos da nova lei. Faltou um: quem faz a primeira pergunta?
O desacordo foi levantado pelo PSD, que admitia uma única resposta: quem pergunta primeiro é o maior partido da oposição. A tese não vingou - as restantes bancadas mantiveram o texto saído do grupo de trabalho que elaborou a reforma da AR, coordenado por António José Seguro. Ou seja, passará a haver dois debates por mês com o primeiro-ministro, um nos moldes actuais, em que é o Governo a definir o tema; e um segundo que constará de uma sessão de perguntas da oposição. Sendo que a primeira questão caberá a todos os partidos, à vez, em rotatividade. Uma solução que o social-democrata José Matos Correia qualificou como "inaceitável" e que "muito provavelmente" levará o PSD a votar contra o novo regimento.
Considerando o sistema rotativo como um "desrespeito pelas regras que vigoram no Parlamento há muitos anos", o deputado "laranja" acusou os restantes partidos de criar uma regra "ad hominem" visando o PSD. "Gerou-se uma coligação que, aparentemente, visa apenas isolar o PSD", acusou, na discussão em especialidade (ponto por ponto) do novo quadro legal. Em alternativa ao sistema rotativo, o PSD chegou a sugerir que fosse o primeiro-ministro a abrir o debate, o que levou o comunista António Filipe a acusar os sociais-democratas de não quererem "o reforço dos poderes do Parlamento."
Clima: Estados Unidos alertam para acordo "nado-morto"
Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir presidência interinamente
Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis em todo o mundo devido a airbag defeituoso
Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco a oito" pessoas no interior - responsável
PSD: Distritais reclamam nova liderança até final de março
Ana fez três abortos em três anos
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Ex-capitão inglês terá tido 12 amantes na última década
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
haiti
emprego
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos