Última hora Cristiano Ronaldo já treina sem restriçõesJorge Jesus lamenta oportunidades falhadas...Espanha: Governo prepara-se para aprovar...Tottenham arrasa Wigan com nove golosUsain Bolt e Sanya Richards atletas do ano...PCP defende manutenção de escutas "para processos...CDS-PP diz que estará atento ao cumprimento..."Assistimos a uma tentativa de decapitação...Carlos Carvalhal satisfeito com a atitude...Futebol: Taça de Portugal - Guimarães vence...
por
INÊS DAVID BASTOS
Foi uma noite de tensão, de violência, de consternação, de lágrimas, mas também de aplausos e de festa, com direito a fogo de artifício até. Parece contraditório? E é. A Venezuela esteve ontem, definitivamente, dividida entre os que apoiam o Presidente Hugo Chávez e os que a ele se opõem. As razões políticas lá estavam, subliminares, mas o que ontem exaltou os ânimos, sobretudo em Caracas, e dividiu o povo venezuelano foi o encerramento daquele que era o mais antigo e popular canal privado do país, a Rádio Caracas Televisão (RCTV), que deu o seu último suspiro às 23.59, por ordem de Chávez, por entender que o canal era "fascista" e apelava "à rebelião civil".
"Um amigo é para sempre" foi a última mensagem que os telespectadores ouviram, pouco antes de funcionários, artistas e jornalistas da televisão privada entoarem, com lágrimas nos olhos, o hino nacional. Depois, o ecrã ficou escuro. A RCTV - que fazia oposição ao regime de Chávez - deixava assim de emitir em sinal aberto, 53 anos depois de ter sido criada. Vinte minutos depois, na mesma frequência, nascia a TVES, o canal de "serviço público" criado pelo próprio governo.
Lá fora, à hora em que a RCTV se calou, um pouco por toda a capital, ouviram-se sirenes de apoio ao canal, mas também o estrondo dos foguetes lançados pelos apoiantes do Presidente, que saíram à rua para festejar a decisão de Chávez de não renovar a licença do canal. O clima era de tensão. Alguns manifestantes e elementos da polícia enfrentaram-se na rua. Às pedras lançadas pelos opositores de Chávez e apoiantes da RCTV, a polícia respondeu com jactos de água e gás lacrimogéneo. Onze polícias ficaram feridos, quatro com gravidade.
Pouco antes do fim do canal, o seu director fez questão de avisar que não vai baixar os braços e pediu aos funcionários (mais de três mil) que acreditassem no futuro. "Jamais percam a esperança, nos veremos em breve", disse o responsável. Também Marcel Granier, presidente do canal privado, prometeu: "A democracia e a RCTV voltarão à Venezuela". |
Uso em excesso de antivirais
Surfista tetraplégicochama outros jovens
Passos Coelho quer discutir emprego
O maior lago artificial da Europa
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Moção contra os contentores
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
'Poker' é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Mais de vinte portugueses já ganharam o Euromilhões
Carro voou e perfurou camião cheio de gasóleo
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Distritais PSD de Lisboa e Porto querem directas já
Oliveira Costa com acusação deduzida
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Campos de concentração para tâmiles esvaziados
"Não fui escolhido por ter olhos bonitos, tenho tarimba"
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos