Última hora Clima: Estados Unidos alertam para acordo...Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir...Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis...Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco...PSD: Distritais reclamam nova liderança até...38 pessoas invocam "maus tratos" Advogados lusos unidos pelo poderAcordo na educação ficaria em risco se o...87% das mulheres que abortam não usam contraceptivos428 chamadas em 3 meses para Linha do Idoso
por
RUDOLFO REBÊLO
ARQUIVO DN-JOSÉ CARLOS CARVALHO (imagem)
Os portugueses deixaram de poupar e as empresas nacionais estão cada vez mais endividadas. Em média cada português amealhou 260 euros durante o ano passado, o que contrasta com os cerca de 490 euros poupados per capita em 2005. São os efeitos da perda de poder de compra, das amortizações e aumentos dos juro dos empréstimos bancários destinados à habitação e consumo.
Vamos a contas com base nos dados do Banco de Portugal. As famílias pouparam apenas 2,6 mil milhões de euros em 2006, quando no anterior o total amealhado atingiu quase o dobro, 4,9 mil milhões de euros. Com poucas reservas financeiras, os portugueses optaram por reduzir o investimento em Bolsa, privilegiando os depósitos a prazo na banca. "Jogaram" pelo seguro, tentando aproveitar o facto de as taxas de juro passivas (que remuneram os depósitos a prazo) estarem ligeiramente acima da inflação.
O que aconteceu em 2006 para as poupanças das famílias portuguesas caírem para metade em apenas um ano? Os economistas fornecem várias pistas. O desemprego está a aumentar e os salários públicos e privados estão a ser comidos pela inflação. Números recentes da Comissão Europeia - previsões da Primavera - indicavam que o poder de compra dos portugueses caiu 0,5% em 2006.
A subida das taxas de juro, em curso desde finais de 2005, está a sobrecarregar os orçamentos domésticos. Entre o primeiro e o último mês do ano passado, a factura com os juros mensais do crédito à habitação aumentou mais de 20,5%. Os custos com os empréstimos ao consumo - incluindo cartões de crédito - também subiram, diminuindo a capacidade do pé-de-meia dos portugueses.
Empresas com mais dívidas
Os empresários e gestores em Portugal nunca acumularam tantas dívidas como em 2006. Pelos números da OCDE as firmas nacionais já ostentavam, desde 2004, o título das mais endividadas do mundo, o que está a dificultar a retoma da economia. Ontem, o Banco de Portugal calculou que os compromissos acumulados das empresas nacionais para com terceiros - à banca, sócios, fornecedores - deverão a ascender a mais de 200 mil milhões de euros, cerca de 134% do PIB.
Em 2006, as firmas agravaram o passivo para com a banca, accionistas e devedores. Pelas cifras do banco central, as necessidades de financiamento das sociedades atingiram os 9,9 mil milhões de euros, cerca de 6,4% da riqueza gerada pela economia (PIB). Bem acima das necessidades financeiras de 2005, calculadas em 5% do PIB. Sem poupanças nacionais - em depósitos a prazo ou à ordem - a banca nacional é forçada a contratar dinheiro junto das congéneres estrangeiras para satisfazer o apetite pelo crédito interno. Resultado, em juros pagos à banca estrangeira, os portugueses tiveram de desembolsar mais de 4,1 mil milhões de euros no primeiro trimestre do ano, originando um agravamento de 32% na balança de rendimentos.|
Espaço: Endeavour acoplou à Estação Espacial Internacional - Nasa
Clima: Estados Unidos alertam para acordo "nado-morto"
Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir presidência interinamente
Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis em todo o mundo devido a airbag defeituoso
Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco a oito" pessoas no interior - responsável
PSD: Distritais reclamam nova liderança até final de março
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Ex-capitão inglês terá tido 12 amantes na última década
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
haiti
emprego
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos