Última hora Profissionalização e novas tecnologias em...OE2010: Jerónimo diz que orçamento "não traz...Novo disco de Maria de Medeiros FIA altera pontuação a um dia do início da...OE2010: Sócrates reitera que Governo não...Procura pela dívida portuguesa quase quadruplicou...Assis acusa Ferreira Leite de ter agravado...INE: Preços sobem 0,1% em JaneiroPrimeiro ministro está "fora da realidade"...AR: Portas desafia Sócrates a "tocar no seu...
Até os investigadores ficaram surpreendidos e meio intrigados, mas os resultados experimentais apontam no mesmo sentido: o de que um bocado de chocolate a derreter-se na boca tem um efeito estimulante mais forte, e também mais duradouro, no cérebro e no ritmo cardíaco, do que um beijo apaixonado.
É pelo menos isso que garante uma equipa inglesa que testou pares de namorados (num total de 12 voluntários) em ambas as situações - a beijar-se e a comer chocolate - enquanto o seu ritmo cardíaco e ondas cerebrais eram registados. A investigação foi liderada por David Lewis, um antigo investigador da universidade de Sussex, no Reino Unido, que actualmente dirige o Mind Lab, um centro de investigação privado, que é financiado por companhias da indústria alimentar, embora nenhuma delas financie estudos específicos.
"Estes resultados surpreenderam-nos e intrigaram-nos verdadeiramente", disse David Lewis, citado pela BBC News. "Já esperávamos que o chocolate, especialmente o chocolate preto, aumentasse o ritmo cardíaco, uma vez que ele contém algumas substâncias muito estimulantes", explicou o investigador. Mas, sublinhou ainda, "os seus efeitos a nível cerebral foram uma surpresa para nós".
Aos voluntários foi pedido que colocassem um pedaço de chocolate preto na boca e, sem mastigar, indicassem o momento exacto em que ele começava a derreter.
Nesta fase da experiência, os resultados mostram que nesse momento (em que o chocolate começa a derreter na boca) todas as regiões recebem um estímulo intenso, que é claramente registado no electroencefalograma. O chocolate também acelerou o ritmo do coração, como se previa, e em alguns voluntários o número de batidas cardíacas por minuto passou de 60 para 140.
Na segunda parte da experiência, era solicitado aos casais que se beijassem como era seu hábito. Também aqui os registos cardíacos e o electroencefalograma revelam aceleração cardíaca e um aumento da estimulação cerebral, mas tanto um parâmetro como outro, garantem os cientistas, ficam aquém dos efeitos provocados pelo chocolate, que tem efeitos mais fortes e duradouros. Nalguns casos, quatro vezes mais prolongados.
"O chocolate contém feniletilamina, que pode elevar o nível de endorfinas, as substâncias ligadas à sensação de prazer no cérebro", explicou a psicóloga Sue Wright à BBC News. Resta saber até que ponto os beijos no laboratório foram mesmo apaixonados. -FN
Alegações finais do julgamento livro de Gonçalo Amaral
Moody's diz que Portugal não tem os problemas da Grécia
BCP vende banco na Turquia
Armindo Araújo já pensa no título
Media/Governo: Cavaco escusa-se a acrescentar "uma palavra" às suas anteriores declarações
UTAO diz que défice para 2010 pode estar subavaliado
Família descobre morte de filho através do Facebook
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Legalidade das escutas gera divisão
Casamento 'gay' votado amanhã
Petição online já ultrapassou 4000 assinaturas e vai ser discutida em plenário
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos