Última hora Irão: Vice-presidente reformista iraniano...Médio Oriente: Confrontos israelo-palestinianos...China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa...Indonésia: Ferry indonésio naufragou com...Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções...Espanha: Várias detenções em Madrid durante...Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntosLuva de Michael Jackson vendida por 235 mil...Atlantis: Terminou segunda saída orbital...Primeiro porto espacial nasce no Novo México
por
Susete Francisco
Uma mulher que queira interromper a gravidez até às dez semanas deverá ter "toda a informação importante", mas "não pode ser condicionada por qualquer instituição, organização ou orgânica administrativa". Alberto Martins, líder parlamentar do PS, deixou ontem claro que "não haverá quaisquer aconselhamentos obrigatórios ou vinculativos condicionantes da decisão".
"Seria, aliás, ilegal", diz o dirigente socialista, acrescentando que a opção da mulher "é livre". "Foi o resultado do referendo e vamos cumpri-lo" - "um período de reflexão com toda a informação foi o compromisso que assumimos."
Um entendimento que, transposto para o novo quadro legal que a Assembleia da República (AR) vai agora aprovar, significa que as alterações a introduzir ao Código Penal (que estabelece actualmente a criminalização do aborto) passam no essencial por três questões. Estabelecendo, sublinhou ao DN Ricardo Rodrigues, coordenador do PS na Comissão de Assuntos Constitucionais, que a decisão cabe à mulher, que haverá um período de reflexão e uma consulta. De natureza informativa: "Informação para uma decisão fundamentada", nas palavras de Alberto Martins.
No discurso que ontem encerrou as jornadas parlamentares do PS, em Óbidos, o líder parlamentar da bancada da maioria garantiu que, uma vez publicados os resultados oficiais do referendo do último domingo, a Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais iniciará de imediato os trabalhos para a alteração da lei - um processo que o PS pretende "consensualizado". Mas com um a priori : "Sempre no respeito pelo sentido cristalino do voto popular no que toca ao direito de opção da mulher." Ou seja, o PS não vai transigir nesta questão.
Terminada a alteração ao Código Penal na AR, o processo ficará nas mãos de Correia de Campos - ao Ministério da Saúde caberá definir, através de regulamentação da lei, as condições em que será concretizada nos estabelecimentos públicos de saúde (ou privados, mediante comparticipação do Estado) a interrupção voluntária da gravidez. E será também ao ministério que caberá a última palavra sobre a data da concretização da nova lei, uma questão que passará em parte pela definição de custos que implicará para o Serviço Nacional de Saúde. Caso obrigue a custos não previstos no Orçamento do Estado para este ano, a implementação efectiva da lei terá de ficar obrigatoriamente para 2008. Correia de Campos ainda não explicitou esta matéria, mas socialistas ouvidos ontem pelo DN mostraram-se convictos de que o ministério terá dotação orçamental para avançar com a implementação da lei, até porque esta não deverá implicar um acréscimo de custos muito relevante. O próprio Correia de Campos já fez declarações neste sentido.
"Público e universal"
Numas jornadas dedicadas à reforma da Administração do Estado, Alberto Martins encerrou ontem o encontro socialista com uma mensagem que será tanto dentro como para fora do partido. "Não queremos um Estado nem pretensamente pequeno, nem ausente, nem demissionário. Queremos um Estado estratega e regulador", afirmou o líder parlamentar socialista, sublinhando que a reforma em curso "está a ser executada de acordo com a visão de um Estado de direito, democrático e social". O que "simplesmente não é negociável", assegurou, referindo que o PS defende a "manutenção dos serviços públicos assim mesmo como são, públicos, universais e inclusivos."
Já o ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, destacou a agenda do Governo para a restante sessão legislativa. Na qual se inclui a revisão do sistema de carreiras, vínculos e remunerações na Administração - o Executivo quer a proposta de lei na AR até Junho. Santos Silva afirmou também que está prestes a entrar no Parlamento uma proposta de lei que impede que projectos de arquitectura possam ser elaborados por outras pessoas que não arquitectos - um cenário permitido por uma lei que conta já 33 anos, e que foi alvo de uma iniciativa legislativa de cidadãos, aprovada por unanimidade na AR, uma situação única na democracia portuguesa.
Irão: Vice-presidente reformista iraniano, Ali Abtahi, condenado a seis anos de cadeia
Médio Oriente: Confrontos israelo-palestinianos fizeram quase 8.900 mortos em 20 anos (ONG)
China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa mina na China - Novo balanço
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções pacíficas do seu país
Espanha: Várias detenções em Madrid durante uma reunião da extrema direita europeia
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
Dois feridos em incêndio de auto-caravana
Alerta vermelho face à erupção iminente de um vulcão
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Henry assume irregularidade e pede repetição do jogo
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Menina detida ao volante com mãe embriagada ao lado
Proença de Carvalho considera "ilegais" escutas ao Primeiro-Ministro
PGR manda arquivar escutas a Sócrates
Face Oculta: Não existem nas cinco escutas elementos que justifiquem procedimento criminal contra primeiro-ministro-PGR
UE: Bloco de Esquerda quer apertar fiscalização sobre venda de medicamentos pela Internet
gripe A
bpp
brasil
Castelo Branco
sida
depeche mode
ALEXANDRA
EMPREGO
gnr
mangualde
Decisão do PGR significa o fim do processo 'Face Oculta' para José Sócrates?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos