Última hora Bolsa: Sonae investe 700 mil euros em nova...PSD: Paulo Rangel anuncia candidatura à liderança...Casamento 'gay' aprovado na especialidadePaulo Rangel candidata-se à liderança do..."Não me passa pela cabeça que a proposta...Leroy Merlin investe 150 milhões em PortugalOE2010: Sócrates garante que Governo nomeará...UE/Pesca: Parlamento Europeu apoia proibição...Nova marca visa aumentar exportação de vinhoPR: Cavaco manifesta "apreço" por GNR e sublinha...
por
Ana Suspiro
José Carlos Carvalho (foto)
O Governo vai avançar já no próximo ano com a introdução de portagens em três das sete Scut (auto-estradas sem custos para o utilizador) existentes no País. A medida, anunciada ontem pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino, vai afectar a região do Litoral Norte do país, onde operam a Scut da Costa da Prata, a do Grande Porto e a do Norte Litoral, esta com portagem até Viana do Castelo.
A decisão de introduzir portagens nestas Scut corresponde, segundo Mário Lino, à aplicação da política do Governo para as auto-estradas e não a uma alteração dessa política, na medida em que as Scut abrangidas cumprem os critérios definidos no programa do Governo para a cobrança de portagens: as regiões atravessadas têm um produto interno bruto (PIB) igual ou superior a 80% do valor nacional, o índice de poder de compra concelhio é igual ou superior a 90% do indicador nacional e as vias alternativas às Scut garantem um tempo de percurso até 1,3 do permitido por estas vias (até um terço a mais).
No limite destes critérios está a Scut do Algarve, onde, no entanto, não serão para já introduzidas portagens. Apesar da região atravessada pela Via do Infante ter um PIB e um poder de compra superior aos índices definidos pelo Executivo, o congestionamento da Nacional 125, faz com que o percurso alternativo demore 1,4 do tempo conseguido na Scut. Também no Norte Litoral, os percursos a partir de Viana do Castelo ficam isentos porque os concelhos travessados estão abaixo da média da riqueza nacional.
A cobrança de portagens nas três Scut irá gerar receitas de 100 milhões de euros por ano, com base no valor de referência de 0,065 cêntimos por quilómetro usado pela Brisa e a nível internacional. Com este valor de referência para 2007, as portagens máximas a cobrar para a totalidade de cada percurso abrangido, contando com a extensão total de cada Scut, serão de 6,8 euros na Costa da Prata, de 4,7 euros na Grande Porto e 4,8 euros na Norte Litoral (até Viana do Castelo), de acordo com contas do DN. Este valor base é superior em 10% a 15% ao proposto por António Mexia, no governo de Santana Lopes.
Às portagens é também preciso adicionar o custo do identificador para a cobrança electrónica, que pode ou não ser compatível com o da Via Verde, e que poderá custará cerca de 25 euros.
Embora esta seja uma receita adicional para o Estado que permite reduzir os encargos com estas vias, Mário Lino sublinha que a questão orçamental não é o principal objectivo desta medida (ver texto de baixo). O ministro aliás reconhece que os 100 milhões de euros de receita anual chegam apenas para cobrir 50 % das rendas do Estado com as três concessões agora portajadas.
Depois da decisão política, o Governo, diz Mário Lino, já tem o trabalho de casa feito para avançar com a implementação das portagens, que passa pela discussão e renegociação dos contratos de concessão com as concessionárias e pela definição e aplicação do sistema de cobrança, que será electrónico. O objectivo é que as portagens estejam operacionais em 2007, embora provavelmente só no final, já que o processo negocial com as duas concessionárias (a Lusoscut onde a maior accionista é a Mota e a Euroscut controlada pelo espanhóis da Ferrovial) deverá demorar, pelo menos, oito a 10 meses.
Na renegociações das concessões terá de entrar a solução tecnológica para cobrança sem a construção de praças de portagens. Mário Lino diz que há soluções, mas não quer abrir o jogo para não perder margem negocial. A Brisa controla o único sistema de cobrança electrónica, a Via Verde, que deverá vir a participar na solução tecnológica adoptada para as Scut.
Quanto às restantes Scut (Algarve, Interior Norte, Beira Litoral e Alta e Beira Interior), o objectivo final do Governo é que venham a prazo a atingir os critérios de PIB, poder de compra e vias alternativas razoáveis que permitam a introdução de portagens.
Ex-mulher de Bridge é mal recebida em casa do jogador
Advogada dos McCann apresenta queixa crime contra TVI
Jeffrén renova contrato com o Barcelona
PSD: Aguiar-Branco diz que só fala sobre liderança a partir de sexta-feira
Quem disse que o Super Bowl era só para homens?
Casamento homossexual: Diploma aprovado sem alterações na especialidade, direita mantém dúvidas sobre aplicação
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
Tribunal arrasa benefícios fiscais
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Legalidade das escutas gera divisão
Autoridades avaliam risco da ETA na visita do Papa
Casamento 'gay' votado amanhã
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos