Última hora Médio Oriente: Raids aéreos israelitas contra...Espaço: Endeavour acoplou à Estação Espacial...Clima: Estados Unidos alertam para acordo...Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir...Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis...Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco...PSD: Distritais reclamam nova liderança até...Ana fez três abortos em três anosAdvogados lusos unidos pelo poderAcordo na educação ficaria em risco se o...
por
Diana Mendes
A Geox está a preparar a "abertura de novos centros de produção de calçado", e apontou Portugal como um destino possível. Mario Moretti Polegato, o fundador e presidente da empresa italiana, disse ao DN que "o trabalho vai aumentando e que a médio prazo vai ter de criar uma nova fábrica", embora ainda não esteja definida uma data.
Mario Polegato, o criador da patente que gerou os sapatos que respiram, esteve em Portugal para inaugurar a nova loja de Cascais, a quinta que Portugal recebe desde 2003. O País é "muito importante para o nosso negócio, já que podemos liderar o mercado", afirmou Polegato. A marca está em terceiro lugar no ranking mundial do calçado confortável, logo depois das marcas Clarks e Ecco, com vendas de 600 milhões de euros previstos para 2006.
Em Portugal, onde existem para já 107 lojas multi-marca com sapatos Geox, o masterfranchise pertence à empresa Luís, Vitaliano e Luís, que investiu em quatro das cinco lojas já abertas. Os planos da empresa passam por "chegar às 15 lojas, o máximo que Portugal permite", disse Luís Mota, um dos administradores.
Por enquanto, "o contrato com a Geox tem previsto uma rede de dez lojas até 2009, o que vai justificar um investimento de cinco milhões de euros", acrescentou outro administrador, Luís Ferreira. A facturação esperada para "este ano será de dois milhões de euros". As próximas aberturas estão marcadas para o novo Dolce Vita Tejo (Amorim), havendo já planos para dois estabelecimentos no Porto e um em Oeiras.
A empresa já está cotada em bolsa e "tem uma capitalização de 2,7 mil milhões de euros", disse o presidente, frisando que os investidores (fundos estrangeiros) já ganharam 50% com a aposta na Geox". Os números são claros: três mil trabalhadores, dez mil lojas multi-marca e 500 lojas próprias em 68 países. Um bom crescimento para um empresário que nada percebia de calçado.
"Venho de uma família ligada aos vinhos", explicou Mario Polegato. Mas foi a formação em enologia e uma visita de trabalho nos EUA que lhe deu o corebusiness. "Decidi passear na montanha e depois de tanto transpirar dos pés decidi furar as solas das sapatilhas. Como vi que resultou, comecei a trabalhar numa tecnologia que permitisse a saída da transpiração e que fosse impermeável."
Depois de tentar vender (sem sucesso) a patente a grandes empresas, decidiu criar uma fábrica há dez anos. Hoje, é a empresa número em calçado confortável e foi a que mais cresceu em facturação na Itália.
Na Península Ibérica, as vendas passaram os 65 milhões de euros. E há projectos para incrementar as áreas de negócio: "é possível que venhamos a entrar no calçado de desporto, mas ainda não sabemos quando", disse o criador. Ao calçado, juntaram-se peças de vestuário, como o casaco que respira, acessórios e colecções de senhora e criança.
O número de patentes já passou dos 35 e os objectivos estabelecem mais. Questionado sobre a hipótese de vender os direitos da patente de borracha dos sapatos, o seu objectivo inicial, Mario Polegato respondeu sucintamente: "Queremos fazê-lo sozinhos."
Médio Oriente: Raids aéreos israelitas contra Gaza após tiros de foguetes - Exército
Espaço: Endeavour acoplou à Estação Espacial Internacional - Nasa
Clima: Estados Unidos alertam para acordo "nado-morto"
Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir presidência interinamente
Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis em todo o mundo devido a airbag defeituoso
Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco a oito" pessoas no interior - responsável
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Entram no banco, tiram o véu e dizem: "mãos ao ar"
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
haiti
emprego
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos