Última hora ONU/Sida: Portugal tem taxa de novos diagnósticos...OE 2009: Governo entregou no Parlamento proposta...Presidente do MIT diz-se "muito impressionada"...PS/Porto: Reunião "de rotina e pouco política"...BPN: Clientes abandonam instalações de agência...Futebol: LC (Gr.D) - A conversa de John Terry...Acidentes: Um morto e dois feridos graves...Futebol: Sporting - Sobram pouco mais de...Justiça/Porto: Tribunal julga segurança acusado...Cabo Verde: PAICV e MpD chegam a acordo para...
por
Carla Aguiar
e Manuel Esteves
Os descontos dos funcionários públicos para a ADSE vão aumentar já em 2007, quer sejam activos ou aposentados. Numa inesperada proposta de Lei, ontem apresentada aos sindicatos, o Governo cria uma desconto de 1%, até agora inexistente, sobre a pensão dos funcionários aposentados e eleva de 1% para 1,5% a taxa a aplicar ao salário base dos funcionários no activo.
Enquanto os trabalhadores no activo sofrem um aumento imediato de o,5 pontos percentuais, os aposentados terão uma subida faseada: já em 2007 passam a pagar 1% sobre o valor da pensão, percentagem esta que sobe o,1 pontos todos os anos até igualar o desconto fixado para os activos. Ou seja, no espaço de cinco anos os descontos de uns e outros estarão equiparados.
Estas alterações vão aplicar-se apenas aos activos e aposentados, cujos salários ou pensões, não ultrapassem o valor de um salário mínimo e meio, ou seja 579 euros. Este universo poderá contar-se em mais de 250 mil aposentados, que serão surpreendidos por este novo "imposto" já em Janeiro. Se tivermos em conta o valor médio das pensões, esta alteração representa um encargo adicional de cerca de 11 euros mensais no primeiro ano, atingindo cerca de 16 euros, segundo a taxa prevista para vigorar em 2012.
O agravamento do esforço contributivo dos funcionários públicos é justificado pelo Governo com a necessidade de conter "o crescente peso no Orçamento do Estado das transferências para a ADSE". Na proposta de Lei que o ministro das Finanças discutirá com os sindicatos, refere-se que as despesas com o regime passaram, nos últimos cinco anos, de 0,43% do PIB para 0,59% do PIB em 2005. Mas este aumento da despesa não tem sido compensado pelo crescimento das receitas provenientes de contribuições, que se mantêm estáveis há cinco anos.
Por outro lado, o Governo vem assim defender que os funcionários públicos devem pagar mais pela protecção social do que os trabalhadores do sector privado porque têm benefícios adicionais na saúde. Os trabalhadores do sector privado pagam 11% do seu salário à Segurança Social que lhes garante o pagamento das pensões de reforma e a protecção em situação de desemprego e de doença. Porém, esta taxa não financia nenhum regime de protecção na doença, uma vez que o Serviço Nacional de Saúde é pago pelos impostos de todos. Já os funcionários transferem actualmente para a Caixa Geral de Aposentações 10% dos seus salários, mais 1% para a ADSE.
O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) diz-se "siderado" com a proposta do Governo, que constitui "uma forma de discriminação em relação aos restantes cidadãos, já que estes pagam 11% e os funcionários públicos passarão a pagar 11,5%". O STE lembra ainda que este agravamento dos descontos coincide com o aumento dos encargos dos utentes nos cuidados de saúde recentemente fixado pelo Governo.
Ministra da Saúde confirma 16 mortes em Portugal
Gripe A (H1N1): Ministra da Saúde confirma 16 mortes em Portugal
Futebol: LC - Figo em Camp Nou após cinco anos de ausência
Futebol: Benfica - Luisão já corre, Ramires condicionado
OE 2009: Governo redirecciona garantias bancárias para financiar aumento do défice
ONU/Sida: Portugal tem taxa de novos diagnósticos inferior a outros países europeus - Coordenação Nacional
Neofarmacêutica recolhe Ben-U-Ron Xarope
Mais seis mortes por gripe A nos últimos dias em Portugal
Quarto crime numa semana entre casais de namorados
PGR nega acesso às certidões das escutas a Sócrates
Homem esteve 23 anos em falso coma e consciente
Soares dos Santos quer aumento de salários baixos
CSM esclarece amanhã questão de destruição de escutas
Constâncio defende mais impostos a partir de 2011
"Houve ataque de carácter a Sócrates"
Sócrates afasta qualquer aumento de impostos
Juiz de Aveiro nunca foi contra destruição das escutas
gripe a
sida
brasil
mangualde
alexandra
escuteiros
bpp
emprego
gnr
castelo branco
Em sua opinião que impostos devem ser aumentados para corrigir o défice?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos