Última hora Juiz mantém Oliveira e Costa em prisão domiciliáriaMinistro austríaco dos Desportos quer sanções...Titulares em recuperação no regresso ao trabalhoEspecialistas discutem o impacto da teoria...Helton, Fucile e Orlando Sá ainda em treino..."Sei que há estrangeiros e portugueses interessados"...BPN: Juiz mantém Oliveira e Costa em prisão...Operação de remoção da carga ainda sem dataVencedor do primeiro concurso conhecido na...Portugal e Espanha criam grupos de trabalho
por
Jacinto Lucas Pires
Escritor
Esta semana fui ao Centro de Saúde de Quarteira e devo dizer que o que lá vi, sem ter passado do balcão da recepção, não bate certo com os anúncios de um país moderno e competente. Talvez o caso seja uma excepção em mil, não sei. O que posso garantir é que, em Quarteira, nessa noite, o Centro de Saúde desmentia tristemente o tal prometido Portugal simplex.
Qual choque tecnológico, qual quê. Não havendo sistema de senhas, as pessoas, que sofriam maleitas várias, eram obrigadas a esperar de pé que alguém as atendesse ao balcão. Aí, presume-se, diriam ao que vinham e receberiam a previsão de um tempo de espera.
O problema é que, apenas para chegar a esse tempo de espera mais oficial, eram as passas do Algarve. A fila não mexia. Os minutos corriam, lentos, e nós ali no mesmíssimo lugar. Em meia hora, terá havido um feliz contemplado, se tanto.
E a única informação que corria era de que haveria um só médico para aquela gente toda. Bebés com otites, crianças com dores de cabeça, mulheres hipertensas, homens insones, tudo para ali misturado, numa espécie de vácuo kafkiano em versão balnear.
Neste cenário imagina-se, no mínimo, um pequeno motim. Um tumulto de protestos escritos, reclamações e, quem sabe, duas ou três frases mais fortes. Pessoas em dificuldades abandonadas assim com um mudo balcão pela frente, o célebre direito à saúde esbarrado por uma obtusa falta de organização e eficiência - não seria caso para menos. Mas não. Na fila ouvia-se apenas, entredentes, o tímido resmungo habitual contra "eles" - "eles" sendo os políticos, os tecnocratas, o sistema; "eles" significando "Portugal", que, como se sabe, é mesmo assim; "eles", os "portugueses"...
Contra essa nossa tendência para a lamúria que não se queixa e para o lamento que se resigna, há que gritar o lugar-comum as vezes que for preciso: "eles" somos nós!
Será uma lição de gerações o rigor nórdico ou o espírito de livre cidadania britânica, mas, no entretanto, talvez possamos aprender alguma coisa mais rápida com os espanhóis, que sabem falar alto e sem medo.
Neste Verão de tempos incertos e ventos contraditórios, essa ideia: contestar, protestar, questionar, exigir, exigir, exigir.
Juíza aceita alterações de factos imputados a arguidos
Três indivíduos assaltam e agridem inglês em Vilamoura
Gestor judicial quer 90 dias para definir futuro da empresa
Associação de adeptos critica dislates" de Paulo Bento
Doze pessoas detidas em operações da PSP
Juiz mantém Oliveira e Costa em prisão domiciliária
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Português estreante em grandes torneios ganha 404 mil
Jaime Gama recusa autorizar viagem de deputados a África
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Linha Porto-Vigo concluída dois anos depois do previsto
FBI procura falso agente secreto que burlou os McCann
PGR "actuou de forma atabalhoada" e por "razões políticas"
Constâncio admite aumento de impostos até 2013
Só o budismo aprova casamento homossexual
Assis diz que Governo foi alvo de "tentativa de decapitação"
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
gnr
EMPREGO
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos