Última hora Jorge Jesus lamenta oportunidades falhadas...Tottenham arrasa Wigan com nove golosUsain Bolt e Sanya Richards atletas do ano...PCP defende manutenção de escutas "para processos...CDS-PP diz que estará atento ao cumprimento..."Assistimos a uma tentativa de decapitação...Carlos Carvalhal satisfeito com a atitude...Futebol: Taça de Portugal - Guimarães vence...Braga bate Setúbal por três bolas a zeroTreinadores do Sp. Braga e V.Setúbal concordam...
por
Psicóloga genecanhoto@gmail.com
Joana Amaral Dias
Em plena euforia e polémica sobre o uso dos símbolos nacionais, soube-se que a uma mulher de origem indiana - casada com um português, com filhos nascidos e educados em Portugal - foi negada a nacionalidade portuguesa. Os quase dez anos de residência no País e o facto de falar fluentemente a nossa língua não foram suficientes para que o Tribunal da Relação de Lisboa considerasse a existência de uma ligação efectiva à comunidade nacional (!), já que a candidata não demonstrou conhecimentos de História de Portugal, não sabendo nomear personalidades da cultura portuguesa (se calhar nem mesmo Deco) e ignorando - um verdadeiro crime de lesa-pátria - o hino.
Este critério parece mais próprio dos requisitos de entrada para o PNR do que propriamente de um tribunal. Aliás, com estes parâmetros - que serão sempre discricionários, porque a lei é vaga e omissa -, provavelmente apenas uma percentagem muito pequena de lusos poderia ter nacionalidade portuguesa. Fica à tona a arbitrariedade com que é atribuída a nacionalidade, o que não se coaduna com uma sociedade democrática.
E também vale a pena interrogarmo-nos sobre a legitimidade de obrigar a testes de conhecimentos. Se as autoridades têm o poder de excluir pessoas com base nos seus pontos de vista sobre a cidadania, fica em causa a própria ideia de democracia enquanto forma de comunidade política inclusiva. É evidente que há formas de integração expectáveis e que podem ser promovidas. Mas não têm que se constituir enquanto critérios para a atribuição de nacionalidade. O único que parece ser realmente válido é o tempo de residência no País. Mais do que suficiente, no caso mencionado.
A atribuição da nacionalidade portuguesa a esta candidata, a alteração da lei, o entendimento das políticas de nacionalidade como políticas de integração, fariam mais pela nossa coesão, de certeza, do que as bandeiras desfraldadas. Longe da censura de algibeira, aquilo que mais assusta na futebolização é a definição da nossa identidade através do jogo, que agora já nem isso é. São símbolos nacionais enfiados a martelo num cocktail mediático. Ser português é gostar de bola, empunhar a bandeira e cantar o hino? Há um juiz que valida esta ideia.
Jorge Jesus lamenta oportunidades falhadas, Paulo Sérgio fala em vitória saborosa
Tottenham arrasa Wigan com nove golos
Usain Bolt e Sanya Richards atletas do ano para a IAAF
PCP defende manutenção de escutas "para processos futuros" e condena destruição
CDS-PP diz que estará atento ao cumprimento do princípio da legalidade
"Assistimos a uma tentativa de decapitação política"
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
'Poker' é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Mais de vinte portugueses já ganharam o Euromilhões
Carro voou e perfurou camião cheio de gasóleo
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Distritais PSD de Lisboa e Porto querem directas já
Oliveira Costa com acusação deduzida
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Campos de concentração para tâmiles esvaziados
gripe A
bpp
brasil
Castelo Branco
sida
depeche mode
ALEXANDRA
EMPREGO
gnr
mangualde
Decisão do PGR significa o fim do processo 'Face Oculta' para José Sócrates?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos