Última hora Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntosLuva de Michael Jackson vendida por 235 mil...Atlantis: Terminou segunda saída orbital...Primeiro porto espacial nasce no Novo MéxicoMilionária israelita previu crise mundial..."Orçamento Redistributivo revela dificuldades"...Congresso debate cooperação no espaço Atlântico...Casas 'verdes' para vários preçosBES Angola fechará 2009 a crescer 30%Empresários acusam Governo de asfixiar empregadoras
por
Albano Matos amatos@dn.pt
Divididos entre a defesa do sindicato e a necessidade da ordem, entre o Sporting e o Benfica (e o Porto), entre o Snob e o Procópio, entre o PS e o PSD, os jornalistas portugueses encontraram finalmente esta semana um ponto de união na reacção ao livro de Manuel Maria Carrilho Sob o Signo da Verdade.
"Um dos mais contundentes ataques à comunicação social de que há memória em anos recentes", "um dos mais ferozes ataques à comunicação social de que há memória em Portugal"... o tom geral das reacções ia neste sentido quase apocalíptico. A condenação unânime e imediata é, no mínimo, suspeita, sobretudo porque a maioria dos que a subscrevem nem teve tempo de ler a obra.
É verdade que Carrilho se tornou um alvo apetecível, a crer na imagem que se formou dele (também ou sobretudo na comunicação social): 'arrogante', 'vaidoso', 'conflituoso', vendo fantasmas ou conspirações em todos os cantos. Terá estes e muitos outros defeitos, mas os jornalistas cometerão um grave erro se ignorarem os argumentos desenvolvidos neste livro com base em alegados 'defeitos de personalidade' do seu autor.
Entre os defeitos de Carrilho não se conta a estupidez nem a cobardia. Em todas as passagens que relatam actos em que se afirma como vítima, aponta nomes, jornais, contextos. Do mesmo não se pode orgulhar parte do nosso jornalismo político, tão pródigo a recorrer a "fontes anónimas". Sugiro mesmo ao ex-ministro da Cultura que, em futuras edições, inclua no final um índice onomástico que evite a pergunta mais espalhada pela 'classe' por estes dias: será que ele também fala de mim? Ou, pior ainda: mas ele não fala de mim?
O que é Sob o Signo da Verdade? Nas palavras do autor, trata-se do "registo alucinatório com que a minha candidatura à presidência da Câmara Municipal de Lisboa foi enquadrada e tratada pela generalidade dos media portugueses", escrito com "o imperativo de repor a verdade na ordem dos factos e a objectividade no registo das interpretações". Lá estão os célebres episódios do "vídeo familiar" e do não aperto de mão a Carmona Rodrigues, no final de um debate televisivo, glosados de diferentes formas ao longo da campanha. Citando, sem o nomear (uma excepção), um famoso artigo de Cavaco Silva, explica que um dos principais objectivos do livro é combater a "lei de Gresham" (a má moeda tende a expulsar do mercado a boa moeda) na comunicação social e que esse é "um imperativo fundamental para todos aqueles que queiram contribuir para uma melhor informação e uma melhor democracia no futuro".
Carrilho não tem razão em vários pontos e, noutros, usa um tom tão desbragado e leviano como aqueles que acusa. Mas tem o mérito (raro entre nós) de denunciar situações e levantar questões fundamentais para o exercício do jornalismo. Despachá-lo com um rápido insulto é perder uma soberana oportunidade para as discutir.
Primeiro porto espacial nasce no Novo México
Milionária israelita previu crise mundial
"Orçamento Redistributivo revela dificuldades"
Congresso debate cooperação no espaço Atlântico
Casas 'verdes' para vários preços
BES Angola fechará 2009 a crescer 30%
Dois feridos em incêndio de auto-caravana
Alerta vermelho face à erupção iminente de um vulcão
Vingança por escrito da "mãe da América"
"Professor Élio, somos do Sporting mas apoiamos o Costa"
Irlanda insiste em repetir jogo e até Henry aceita a ideia
Partida de Rompuy deixa belgas à deriva
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Queiroz na África do Sul na próxima semana
Menina detida ao volante com mãe embriagada ao lado
Proença de Carvalho considera "ilegais" escutas ao Primeiro-Ministro
PGR manda arquivar escutas a Sócrates
Face Oculta: Não existem nas cinco escutas elementos que justifiquem procedimento criminal contra primeiro-ministro-PGR
gripe A
bpp
brasil
Castelo Branco
sida
depeche mode
ALEXANDRA
EMPREGO
gnr
mangualde
Decisão do PGR significa o fim do processo 'Face Oculta' para José Sócrates?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos