Última hora Médio Oriente: Raids aéreos israelitas contra...Espaço: Endeavour acoplou à Estação Espacial...Clima: Estados Unidos alertam para acordo...Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir...Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis...Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco...PSD: Distritais reclamam nova liderança até...Ana fez três abortos em três anosAdvogados lusos unidos pelo poderAcordo na educação ficaria em risco se o...
A operação "Furacão" - que envolveu buscas judiciárias a quatro grande instituições bancárias e escritórios de advogados - pode terminar no arquivo morto, sem qualquer procedimento criminal.
Para tal basta que as empresas que estão ser alvo de investigação - mais de uma centena - devolvam ao fisco o dinheiro que fizeram sair do País através dos bancos e de outras instituições financeiras, recorrendo ao uso de facturas falsas. "Se as empresas pagarem as dívidas fiscais de IRS e IRC apuradas, isso será tido em conta na decisão final do Ministério Público (MP), que pode ir até à extinção do procedimento criminal", explicou ao DN Cândida Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).
Livres de qualquer acusação judicial estarão, para já, os bancos - BES, BPN, BCP e Finibanco - e outras instituições financeiras que foram alvo de buscas em Outubro do ano passado (ver texto abaixo).
Relativamente a estas instituições, o DCIAP fez chegar ao Banco de Portugal (BP) a comunicação de que terão sido usadas para que as empresas investigadas transferissem milhões de euros para paraísos fiscais, tal como noticiou ontem o jornal Público. Estas entidades, na perspectiva do MP, poderão ter cometido algumas irregularidades. Mas isso terá de ser apurado pelo organismo presidido por Vítor Constâncio, que deverá abrir processos contra-ordenacionais. Assim, o máximo que lhes poderá acontecer é serem alvo de contra-ordenações administrativas, pagando as respectivas coimas ao BP. Ao que o DN apurou, não foram detectados indícios que justifiquem uma acusação criminal por parte do MP.
Em situação diferente estão as empresas suspeitas de praticarem crimes de abuso de confiança e de fraude fiscal através de facturação falsa, usando as instituições bancárias para colocarem o dinheiro em paraísos fiscais.
Alegadamente, criavam empresas-fantasmas para justificar a facturação falsa, em prejuízo do Estado. Aliás, a recente iniciativa do Governo de permitir a criação de uma empresa em menos de uma hora - medida conhecida como empresa na hora -, simplificando ao mesmo tempo a segurança documental, poderá fazer aumentar o tipo de crime aqui referido. O alerta foi dado pelo Sindicato dos Magistrados do MP.
As empresas investigadas pelo DCCIAP correm o risco de serem acusadas pelos crimes de fraude fiscal e abuso de confiança. Mas a investigação pode também ser arquivada se o dinheiro envolvido na fraude fiscal for entregue ao Estado. Isto mesmo foi confirmado ao DN por Cândida Almeida.
Aliás, alguns empresários terão começado já a redimir-se, aproveitando, para o efeito, os mecanismos previstos no regime excepcional de regularização tributária - criado pela Lei 39-A/2005, de 29 de Julho. Este diploma surgiu precisamente para amnistiar as fugas de capitais para o estrangeiro. Está apurado que, ao seu abrigo, já terão retornado a Portugal, livres de sanções penais, cerca de 43 milhões de euros. Admite-se que parte desta verba esteja relacionada com a operação "Furacão".
Mas desconhece-se, neste momento, quantos milhões de euros fizeram sair do País as muitas dezenas de empresas que o DCIAP já identificou, a partir de uma investigação de peritos da administração fiscal numa empresa da zona de Barcelos. Segundo a directora do DCIAP, trata-se de muitos milhões de euros, frisando que só no final das investigações será possível apurar o montante exacto. Porém, admite que possam estar envolvidas verbas superiores a mil milhões de euros.
Médio Oriente: Raids aéreos israelitas contra Gaza após tiros de foguetes - Exército
Espaço: Endeavour acoplou à Estação Espacial Internacional - Nasa
Clima: Estados Unidos alertam para acordo "nado-morto"
Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir presidência interinamente
Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis em todo o mundo devido a airbag defeituoso
Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco a oito" pessoas no interior - responsável
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Ex-capitão inglês terá tido 12 amantes na última década
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
haiti
emprego
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos