Última hora Irão: Vice-presidente reformista iraniano...Médio Oriente: Confrontos israelo-palestinianos...China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa...Indonésia: Ferry indonésio naufragou com...Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções...Espanha: Várias detenções em Madrid durante...Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntosLuva de Michael Jackson vendida por 235 mil...Atlantis: Terminou segunda saída orbital...Primeiro porto espacial nasce no Novo México
Deverá chegar hoje ao aeroporto da Portela mais uma leva de emigrantes portugueses deportados do Canadá. Este ano, já foram repatriados mais de 150. Fala-se em cerca de 15 mil emigrantes ilegais mas ninguém parece saber ao certo quantos serão repatriados, neste endurecimento da política de imigração do Canadá.
Ana Bailão, emigrante em Toronto e presidente da Federação de Empresários Luso-Canadianos, revelou-se preocupada com estas deportações em massa, sublinhando que a comunidade portuguesa está a passar por um momento de "tristeza, insegurança e choque". A líder da comunidade portuguesa em Toronto adiantou ainda que já foram feitos pedidos de audiência ao ministro da Cidadania e Imigração, no sentido de o sensibilizar para o drama que vivem estes emigrantes, mas que até ao momento não obtiveram qualquer resposta.
Sobre uma eventual posição desfavorável do governo canadiano a qualquer processo de legalização dos emigrantes ilegais no país, Ana Bailão é cautelosa: "Não nos podemos precipitar e dizer que este ministro não tem vontade política para solucionar o problema da imigração ilegal, e nomeadamente a questão dos imigrantes portugueses. É um governo novo, que tomou posse há um mês e, por isso, temos de ter cautela e acreditar que tudo poderá estar em discussão."
Discutir este e outros assuntos relacionados com uma política de imigração que não favorece os emigrantes é justamente aquilo que Ana Bailão e outros representantes da comunidade lusa pretendem. De resto, a presidente da Federação de Empresários Luso -Canadianos explicou que é a própria economia do país que está em causa: "Este endurecimento não leva em linha de conta a necessidade do país em termos de construção civil, por exemplo. Os nossos associados, empresários da construção civil, estão muito preocupados com este expatriamento em massa. Em breve conhecerão graves problemas de mão-de-obra, com o consequente aumento do preço do imobiliário e restantes desequilíbrios."
Esta questão, porém, não tem exclusivamente que ver com a comunidade portuguesa: "É importante que isso fique claro", diz ao DN Ana Bailão: "Trata-se de uma problemática que engloba várias comunidades. Para dar uma ideia, no ano passado houve 11 mil pessoas deportadas e só 409 eram portuguesas".
Seja como for, e enquanto não se consegue a audiência com o ministro, os emigrantes ilegais temem pelo futuro. Alguns vivem há vários anos no país, outros têm filhos que não vão poder, sequer, terminar o ano escolar. "O período de tempo que lhes é dado para sair do país é, por vezes, de menos de uma semana." Ana Bailão lastima esta pressa e acredita que esta "perseguição à ilegalidade só vai fazer aumentar a precaridade e a vulnerabilidade destas pessoas".
Irão: Vice-presidente reformista iraniano, Ali Abtahi, condenado a seis anos de cadeia
Médio Oriente: Confrontos israelo-palestinianos fizeram quase 8.900 mortos em 20 anos (ONG)
China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa mina na China - Novo balanço
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções pacíficas do seu país
Espanha: Várias detenções em Madrid durante uma reunião da extrema direita europeia
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
Dois feridos em incêndio de auto-caravana
Alerta vermelho face à erupção iminente de um vulcão
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Henry assume irregularidade e pede repetição do jogo
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Menina detida ao volante com mãe embriagada ao lado
Proença de Carvalho considera "ilegais" escutas ao Primeiro-Ministro
PGR manda arquivar escutas a Sócrates
Face Oculta: Não existem nas cinco escutas elementos que justifiquem procedimento criminal contra primeiro-ministro-PGR
UE: Bloco de Esquerda quer apertar fiscalização sobre venda de medicamentos pela Internet
gripe A
bpp
brasil
Castelo Branco
sida
depeche mode
ALEXANDRA
EMPREGO
gnr
mangualde
Decisão do PGR significa o fim do processo 'Face Oculta' para José Sócrates?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos