Última hora Bolsa: Sonae investe 700 mil euros em nova...PSD: Paulo Rangel anuncia candidatura à liderança...Casamento 'gay' aprovado na especialidadePaulo Rangel candidata-se à liderança do..."Não me passa pela cabeça que a proposta...Leroy Merlin investe 150 milhões em PortugalOE2010: Sócrates garante que Governo nomeará...UE/Pesca: Parlamento Europeu apoia proibição...Nova marca visa aumentar exportação de vinhoPR: Cavaco manifesta "apreço" por GNR e sublinha...
por
João Lopes
Crítico
Foi um domingo de ecumenismos vários. Cavaco Silva voltou a ganhar no estilo, isto se é verdade que, neste formato de comunicação "acelerada", há vantagem em reproduzir o modelo corrente de telejornal o candidato surgiu em múltiplas imagens de comícios, ao mesmo tempo que exibia a variedade dos seus apoiantes, de José Roquete a Manuel Luís Goucha. No espaço de Jerónimo de Sousa, e para sustentar um discurso oposto, as imagens de jovens (alternadas com o grosseiro matraquear do slogan "com toda a confiança") ilustravam, afinal, um estilo televisivamente cúmplice.
Manuel Alegre arriscou mais, saindo claramente do presente e evocando Martin Luther King (a pretexto do dia 15 de Janeiro, data do seu nascimento, em 1929) de facto, mesmo acreditando que a sua emblemática frase "eu tenho um sonho" mantém a emoção universal, o eleitor poderá sempre interrogar-se sobre a justeza de tão rápido paralelismo entre os EUA em que tal frase foi proferida (a 28 de Agosto de 1963) e o Portugal de 2006. É duvidoso que tamanha simplificação traga dividendos eleitorais. Foi, em todo o caso, um gesto narrativo capaz de contrariar a "neutralidade" ideológica dos nossos tempos. Falava Manuel Alegre das crianças nascidas em Portugal, filhas de pais estrangeiros, a quem não se reconhece o direito à nacionalidade. Curiosamente, o tema seria retomado por Francisco Louçã através de um simbolismo que também se queria ecuménico: uma bola para um jogador de futebol (Deco) que adquiriu a nacionalidade portuguesa, um pião para um menino de 5 anos (Pedro), filho de caboverdianos, que não a pode ter. Moral bem típica do estado geral do nosso universo televisivo: todo o poder aos símbolos, nenhum gosto de realismo.
Enfim, Garcia Pereira apresentou-se como um candidato sem sonhos, "não pertencendo ao poder". O que lhe confere a inevitável sedução de uma assumida personagem secundária quando digo que não tenho poder, qual o poder que espero aplicar.
Quem disse que o Super Bowl era só para homens?
Bolsa: Sonae investe 700 mil euros em nova imagem corporativa
PSD: Paulo Rangel anuncia candidatura à liderança hoje às 20:00
Casamento 'gay' aprovado na especialidade
Paulo Rangel candidata-se à liderança do PSD
"Não me passa pela cabeça que a proposta seja desfigurada"
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Tribunal arrasa benefícios fiscais
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Legalidade das escutas gera divisão
Autoridades avaliam risco da ETA na visita do Papa
Casamento 'gay' votado amanhã
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos