Última hora Zinedine Zidane e Enzo Francescoli em 'reality...Frederico Gil é a esperança para Taça DavisCR9 "manteve a palavra" e recusou 'Barça'Os mergulhos de um português na AntárcticaTiger Woods tem seis meses para salvar casamentoEspanhol Castro Santos sucede a José MotaGrécia: Greve com adesão de milhares de funcionários...Sporting diz adeus a 6,4 milhõesEuronext Lisboa: Bolsa abre a subir 1,21%...Naufrágio/Costa da Caparica: Buscas de pescador...
por
João morgado fernandes
N uma escola de Gaia
discute-se se os adolescentes podem ou não beijar-se no recreio. Esse debate, sobre a expressão dos afectos e da sexualidade pelos jovens no espaço escolar, merece a nossa atenção, tanto mais que surge poucos dias após o Governo ter recebido propostas concretas para a educação sexual que apontam para um tratamento abrangente, não apenas da saúde dos estudantes mas também dos comportamentos.
Mas o que se discute a partir de Gaia é mais complexo e passa pela discussão que ninguém quer assumir o modo como a sociedade e a escola lidam com as várias vivências sexuais dos nossos tempos.
Esta pequena história só ganhou relevância por envolver actos de natureza homossexual. Que jovens de sexos diferentes se beijem às portas das salas de aula pode causar alguma agitação localizada, mas não conduz ao escândalo.
Desconte-se, no caso em apreço, o facto de as jovens terem sido admoestadas por uma auxiliar, o que apenas será revelador da impreparação da generalidade dos operadores públicos nas diversas áreas. A discriminação na escola, pública ou privada, com base nas orientações sexuais não é aceitável, desde logo porque contraria a Constituição. E quanto a isso, que é o essencial da história de Gaia, pouco mais há a dizer.
Mas fica o fundamental, o que interessa a todos os pais - como deve a escola lidar com o natural despontar da sexualidade dos jovens que a frequentam?
A proposta de integração nos vários currículos de matérias relacionadas não apenas com a sexualidade mas com os comportamentos, sejam eles de ordem individual ou colectiva, vai no sentido certo. Resta agora saber como se leva essa ideia à prática. Por exemplo, saber se se deve permitir, ou não, o beijo no recreio.
Regulamentar levará sempre ao excesso e, no caso, ao ridículo, mas deixar o assunto à mercê das análises casuísticas poderá ser outro caminho para o desastre, conhecida que é a nossa queda para a falta de bom senso. O caso de Gaia é apenas um exemplo pela negativa, mas outros deverão abalar os nossos brandos costumes nos próximos tempos. Não seria má ideia reflectirmos antes que ocorram.
Apoio a glória do Sporting
Zinedine Zidane e Enzo Francescoli em 'reality show'
Frederico Gil é a esperança para Taça Davis
CR9 "manteve a palavra" e recusou 'Barça'
Os mergulhos de um português na Antárctica
Tiger Woods tem seis meses para salvar casamento
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Entram no banco, tiram o véu e dizem: "mãos ao ar"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos