Última hora China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa...Indonésia: Ferry indonésio naufragou com...Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções...Espanha: Várias detenções em Madrid durante...Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntosLuva de Michael Jackson vendida por 235 mil...Atlantis: Terminou segunda saída orbital...Primeiro porto espacial nasce no Novo MéxicoMilionária israelita previu crise mundial..."Orçamento Redistributivo revela dificuldades"...
por
eli Sabete frança
Os lugares foram notoriamente escassos, ao contrário das palmas dos que aplaudiram, longa e calorosamente, de pé, os bailarinos da Gulbenkiam, que ontem dançaram pela última vez e retribuíam ao público, tanto os aplausos como as flores que lhes eram atiradas do auditório. Há muito que não se via uma manifestação assim, no palco da fundação ou no Teatro Camões, em Lisboa, onde se despediram.
"São os últimos de muitos que ao longo de 40 anos encheram, com uma arte única, palcos que se tornaram territórios de sonhos, viagens e fantasias". Esta foi a frase inicial de uma mensagem com que os bailarinos agradeceram a presença dos colaboradores, amigos e do público em geral - algum até nunca tinham visto a companhia mas quis solidarizar-se. A primeira peça só começou 20 minutos depois das 19.00, hora marcada para o início. A mensagem mencionava bailarinos, coreógrafos, músicos e artistas plásticos, recordava digressões pelo País e o estrangeiro.
Antigos bailarinos e coreógrafos, figuras conhecidas do mundo das artes e do espectáculo, gente anómina, muitos ocorreram ao Teatro Camões, com a esperança de conseguir um ingresso para assistir ao último espectáculo do Ballet Gulbenkian. Mas poucos mais de 800 tiveram acesso, dada a lotação da sala, pelo que, no final, toda a companhia veio continuar a dançar no exterior, acompanhada pela música do Danças Ocultas.
Manuel Maria Carrilho e Bárbara Guimarães foram só duas presenças entre individualidades ligadas à dança, como o último director da companhia, Paulo Ribeiro, e o encenador , cenógrafo e figurinista Nuno Carinhas ou o coreógrafo Rui Horta.
Luís Madureira, João Lourenço, Vera San Payo de Lemos, Margarida Cardoso, Raquel Freire, Fernanda Lapa, Fernando Gomes e Beatriz Batarda foram algumas das muitas figuras do teatro e do cinema que também compareceram. Cantata, música de Cristina Vetrone, coreografia de Mauro Bigonzetti, abriu o espectáculo, seguindo-se Aqui e Agora, improvisação colectiva, com participação do grupo Danças Ocultas.
China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa mina na China - Novo balanço
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções pacíficas do seu país
Espanha: Várias detenções em Madrid durante uma reunião da extrema direita europeia
Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntos
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Dois feridos em incêndio de auto-caravana
Alerta vermelho face à erupção iminente de um vulcão
Henry assume irregularidade e pede repetição do jogo
PGR manda arquivar escutas a Sócrates
Menina detida ao volante com mãe embriagada ao lado
Faleceu Jorge Ferreira
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Proença de Carvalho considera "ilegais" escutas ao Primeiro-Ministro
Face Oculta: Não existem nas cinco escutas elementos que justifiquem procedimento criminal contra primeiro-ministro-PGR
UE: Bloco de Esquerda quer apertar fiscalização sobre venda de medicamentos pela Internet
gripe A
bpp
brasil
Castelo Branco
sida
depeche mode
ALEXANDRA
EMPREGO
gnr
mangualde
Decisão do PGR significa o fim do processo 'Face Oculta' para José Sócrates?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos