Última hora Clima: Estados Unidos alertam para acordo...Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir...Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis...Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco...PSD: Distritais reclamam nova liderança até...38 pessoas invocam "maus tratos" Advogados lusos unidos pelo poderAcordo na educação ficaria em risco se o...87% das mulheres que abortam não usam contraceptivos428 chamadas em 3 meses para Linha do Idoso
por
n. s.
Foi o último discurso de Pedro Santana Lopes em Conselho Nacional. O líder do PSD despediu-se dos conselheiros com uma análise sobre a derrota do partido nas legislativas em que "disparou" para dentro, o PSD, e para fora, atingindo o CDS, seu ex-parceiro de coligação. Santana culpou o partido de Paulo Portas pelo fracasso na reedição da aliança para as legislativas.
De acordo com os relatos da reunião de ontem feitos ao DN, o líder demissionário informou que o CDS chegou a ter duas posições, no mesmo dia, sobre a coligação. Como forma de fazer valer a sua posição negocial. O PP tentou disputar o espaço político ao PSD, mas, conclui, não conseguiu alterar essa correlação de forças. Em vão. "A relação de forças entre o PSD e o CDS continua de cinco para um", comentou o líder aos jornalistas, já depois a reunião do Conselho Nacional.
O primeiro-ministro demissionário explicou a derrota dos sociais--democratas nas eleições com a conjuntura económica do País e algumas decisões dos governos do PSD e do CDS, desde o tempo do Executivo de Durão Barroso.
E agora os adversários internos. No seu discurso, Santana Lopes pediu ao Conselho de Jurisdição Nacional do partido para avaliar e "clarificar a doutrina" sobre o "comportamento ético" de militantes do partido durante a campanha eleitoral. Não é uma vingança, esclareceu, nem pedido de sanções. Não falou em nomes, mas basta lembrar dois nomes Pacheco Pereira, que abertamente criticou algumas das opções da direcção de Santana, ou Cavaco Silva, o ex-líder que não apareceu na campanha e até proibiu que a sua fotografia aparecesse num cartaz do partido.
Face à agitação que estas palavras causaram (possíveis sanções), Santana veio depois explicar-se. Confirmou ter feito essa sugestão para "clarificar doutrina" sobre "comportamentos de militantes que atacaram o partido na campanha eleitoral", ou que se "puseram à margem". "Não pedi sanções para ninguém, mas as regras [internas] são difusas. Os portugueses sabem de quem estou a falar", disse. Aliás, afirmou, se o partido estivesse unido antes das eleições, "tal como o PS ou o CDS, o resultado teria sido diferente".
Ao que o DN apurou, o Conselho de Jurisdição Nacional não deverá tomar qualquer iniciativa e a sugestão de Santana não foi bem recebida por alguns dirigentes nacionais do PSD, que a criticaram, como Isaltino Morais.
Clima: Estados Unidos alertam para acordo "nado-morto"
Nigéria: Vice-Presidente aceitou assumir presidência interinamente
Honda: Construtor chamou 437.763 automóveis em todo o mundo devido a airbag defeituoso
Haiti/Sismo: Supermercado desabou com "cinco a oito" pessoas no interior - responsável
PSD: Distritais reclamam nova liderança até final de março
Ana fez três abortos em três anos
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Ex-capitão inglês terá tido 12 amantes na última década
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
haiti
emprego
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos