Última hora Bolsa: Sonae investe 700 mil euros em nova...PSD: Paulo Rangel anuncia candidatura à liderança...Casamento 'gay' aprovado na especialidadePaulo Rangel candidata-se à liderança do..."Não me passa pela cabeça que a proposta...Leroy Merlin investe 150 milhões em PortugalOE2010: Sócrates garante que Governo nomeará...UE/Pesca: Parlamento Europeu apoia proibição...Nova marca visa aumentar exportação de vinhoPR: Cavaco manifesta "apreço" por GNR e sublinha...
por
Francisco
sarsfield cabral
Consta que, pela mão do PSD, entrou em Portugal a campanha negativa (dizer mal dos adversários). É verdade - e é pena - mas existem entre nós antecedentes. Recordo a segunda volta das presidenciais de 1986, quando os tempos de antena de Mário Soares na RTP atacaram Freitas do Amaral, acusando-o de reaccionário e de cumplicidade com o regime anterior. Seria, aliás, curioso rever este material a propósito de uma eventual nova candidatura de Freitas à presidência, desta vez pela esquerda. As campanhas negativas, com "assassinatos de carácter", são correntes nos Estados Unidos. Por isso há quem, em Portugal, as considere coisa boa e moderna. Eu acho-as detestáveis, mas devo ser antiquado.
O PSD de Santana Lopes trouxe para a luta eleitoral uma outra novidade, ainda mais desagradável aproveitar ondas de boatos para lançar insinuações. É certo que foi Louçã a inaugurar o processo, em relação a Paulo Portas. Mas a operação do PSD parece sistemática e planeada. Boatos sempre existiram; só que têm hoje outra força com a Internet - onde cada um diz o que lhe apetece, sem se sujeitar às consequências que teria numa publicação impressa. Santana nega fazer insinuações. Mas uma operação como o "almoço das mil mulheres" em Braga e os "outros colos" é difícil de branquear. Assim como não se entende o esforço do líder do PSD para introduzir na campanha "temas fracturantes" típicos do Bloco de Esquerda (e sobre os quais Santana não apresenta posições claras) a não ser que o objectivo seja transmitir uma mensagem subliminar.
São armas de marketing, que hoje dita as campanhas eleitorais. Também já vemos por cá publicidade comercial negativa e um frequente recurso dos publicitários a mensagens subliminares. Mas o marketing e a publicidade também têm, ou devem ter, regras morais.
Ex-mulher de Bridge é mal recebida em casa do jogador
Advogada dos McCann apresenta queixa crime contra TVI
Jeffrén renova contrato com o Barcelona
PSD: Aguiar-Branco diz que só fala sobre liderança a partir de sexta-feira
Quem disse que o Super Bowl era só para homens?
Casamento homossexual: Diploma aprovado sem alterações na especialidade, direita mantém dúvidas sobre aplicação
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Tribunal arrasa benefícios fiscais
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Legalidade das escutas gera divisão
Autoridades avaliam risco da ETA na visita do Papa
Casamento 'gay' votado amanhã
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos