Última hora (VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema...Ricardo Araújo Pereira exige demissão de...Nuclear: Estados Unidos pressionam Irão a...Ambiente: "Não nos podemos permitir falhar...China: Explosão numa mina provocou 104 mortos...Murray vence na estreia do MastersBayern empata com o líder e Van Gaal recebe...Uso em excesso de antiviraisSurfista tetraplégicochama outros jovens...Passos Coelho quer discutir emprego
Portugal, que em 1991 já estava atrasado em matéria de escolaridade face à média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), aumentou esse atraso até 2002, apesar dos progressos registados na escolaridade nacional, indica um estudo do economista Eugénio Rosa.
Em 2002, 65% dos portugueses entre os 25 e os 34 anos tinham o ensino básico ou menos, praticamente o triplo dos 22% de média da OCDE, garante o autor baseando- -se em dados daquela entidade.
Ainda segundo o estudo, revelado pela Lusa, os que tinham cursos superiores em Portugal nesta faixa etária eram 15%, cerca de metade da média da OCDE (28%). Considerando a população em idade activa (25 aos 64 anos), Eugénio Rosa indica que a percentagem de pessoas que possuíam curso superior em Portugal aumentou 2 pontos percentuais (pp) entre 1991 e 2002, para nove por cento, enquanto a média da OCDE cresceu 5 pp, para 23%.
No mesmo período, o peso de pessoas dos 25 aos 64 anos com curso superior cresceu 9 pp na Irlanda, para 25%.
Dada a situação, o economista considera "extremamente preocupante" que em período eleitoral esteja ausente do discurso político o problema da educação, que é uma das causas estruturais da grave crise que o País enfrenta.
Para Eugénio Rosa, não é possível alcançar taxas de crescimento económico elevadas e duradouras sem aumentar o nível de escolaridade dos trabalhadores e das entidades patronais e sustenta que é "enganar os portugueses" dizer que é possível aumentar a produtividade de forma sustentada através de "choques", sejam eles fiscais, tecnológicos ou de gestão.
O economista cita estudos da OCDE que indicam que um trabalhador com ensino superior produz em média entre 114,5 e 145,7% mais do que um trabalhador que não tenha mais do que a escolaridade básica, isto é, mais do dobro, e que um trabalhador com ensino secundário completo produz em média entre 39,8 e 46,9 % mais do que os que não foram além do ensino básico.
Eugénio Rosa diz que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico utiliza a taxa de rendimento interna social de investimento em educação para medir os benefícios para um país do investimento nesta área.
(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema musical
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Nuclear: Estados Unidos pressionam Irão a cooperar com o Ocidente
Ambiente: "Não nos podemos permitir falhar em Copenhaga" - Brown
China: Explosão numa mina provocou 104 mortos, de acordo com um novo balanço
Murray vence na estreia do Masters
Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntos
Espanha: Várias detenções em Madrid durante uma reunião da extrema direita europeia
Sporting goleia Pescadores no Restelo
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Moçambique: RENAMO diz que vai iniciar campanha de desobediencia ao governo
Televisão: Reino Unido e Brasil lideram nomeações aos Emmy Internacionais
Ramal da Lousã: Movimento promete lutar até ao fim pela electrificação da linha
Futebol Praia: Mundial - Portugal vence Uruguai por 14-7 e termina no terceiro lugar
Benfica eliminado da Taça de Portugal
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos