Última hora Iraque: Profunda hostilidade entre os comandos...China/UE: Cimeira anual dia 30 de Novembro...(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema...Ricardo Araújo Pereira exige demissão de...Reino Unido: Quatro pessoas acusadas por...Nuclear: Estados Unidos pressionam Irão a...Ambiente: "Não nos podemos permitir falhar...China: Explosão numa mina provocou 104 mortos...Murray vence na estreia do MastersBayern empata com o líder e Van Gaal recebe...
por
maria henrique espada
Finalmente, o programa eleitoral com o documento em punho, José Sócrates garantiu que nele empenha a sua palavra. A Convenção das Novas Fronteiras serviu ontem de palco para a apresentação, pelo líder do PS, das principais bandeiras com que o partido se apresentará em campanha, como título de "bases programáticas". Mas, à excepção do slogan de que a escolha é entre a "continuidade e a mudança" e de algumas medidas concretas no âmbito do plano tecnológico, a maior parte das propostas ontem formalizadas eram já conhecidas.
A saber, os 150 mil empregos a recuperar, o combate à pobreza, sobretudo entre os idosos abaixo do limiar da pobreza, o plano tecnológico e o combate à burocracia. De novo, a proposta de redução da administração pública. Aqui, uma coisa resultou clara da apresentação do programa do PS os novos empregos não serão criados na função pública, mas ficarão a cargo do sector privado e do crescimento da economia que se propõe alcançar. Porque, ao nível da administração pública, surgiu o compromisso de reduzir o número de funcionários, no prazo da legislatura, em 75 mil. O método foi também anunciado. Passa por apenas permitir a entrada de um funcionário público por cada dois que saírem, em função das normais aposentações. Ou seja, O PS propõe-se "reduzir o peso da administração pública, mas também rejuvenescer e qualificar", sem recorrer a despedimentos.
Esta foi a novidade. As bandeiras, essas, foram sociais emprego e pobreza. "Para nós, um desempregado é mais que um algarismo numa estatística": a frase, a fazer lembrar o cartaz guterrista de que os portugueses não são números", serviu a Sócrates para ilustrar a opção por fazer do "emprego uma prioridade na política económica de Portugal". O líder voltou a reiterar, no Centro de Congressos do Estoril, o compromisso de "recupera em quatro anos os postos de trabalho que este Governo perdeu". E responsabilizou directamente o Executivo pelo aumento do desemprego: "há três anos que Portugal não para de perder empregos, e isso não resulta apenas da conjuntura internacional. São os desempregados do Dr. Santana Lopes e do Dr. Paulo Portas."
No léxico de campanha entrou também a palavra "pobreza" como prioridade política, com o compromisso de "retirar da pobreza 300 mil idosos". Duas apostas claramente "sociais" do líder.
Ao nível das propostas concretas, Sócrates avançou alguns detalhes do plano tecnológico, a receita socialista para fazer Portugal regressar ao crescimento económico. A saber, mais um compromisso, o de reduzir para metade o abandono escolar que "envergonha" o País, duplicar a frequência dos cursos técnicos e profissionais, reforçar o ensino de inglês, duplicar o investimento em investigação, e pôr em prática um plano de colocação de jovens licenciados na área das tecnologias em pequenas e médias empresas. A Internet é outra aposta. Sócrates quer generalizar o seu acesso e baixar os preços da banda larga para níveis "mais competitivos" a nível europeu. E ainda criar 200 novas empresas de base tecnológica.
Outra novidade concreta, a proposta, que já fora avançada por António Costa, de um cartão único que substitua bilhete de identidade, e cartões da segurança social, de contribuinte e de eleitor. E ainda substituir o livrete e o registo de propriedade automóvel por um só documento.
Já perto do final, Sócrates prometeu um "Governo sério, credível, e que inspire confiança" e lembrou que "o que de melhor o País tem está com o PS" nas Novas Fronteiras. Mas não avançou com nomes para um futuro governo.
Que Sócrates acredita que vai ser primeiro-ministro, não parecem restar dúvidas. Ao apresentar a bandeira do "desenvolvimento sustentável como eixo" de todas as outras políticas sectoriais. "É uma novidade em Portugal, mas é também a primeira vez em Portugal que um Governo é liderado por um ex-ministro do Ambiente".
O secretário-geral do PS não se esqueceu de fazer críticas à maioria PSD/CDS, para concluir que a escolha do dia 20 de Fevereiro será "entre a continuidade e a mudança". E "ninguém pode hesitar. Chegou a hora de uma mudança política em Portugal".
Iraque: Profunda hostilidade entre os comandos norte-americano e britânico
China/UE: Cimeira anual dia 30 de Novembro, em Nanjing
(VÍDEO) Mão de Thierry Henry inspira tema musical
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Reino Unido: Quatro pessoas acusadas por tentativa de acto terrorista em nome da jihad - polícia
Nuclear: Estados Unidos pressionam Irão a cooperar com o Ocidente
Sporting goleia Pescadores no Restelo
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
"Assistimos a uma tentativa de decapitação política"
Um totalista no Totoloto arrecada cerca de 1,5 milhões
Moçambique: RENAMO diz que vai iniciar campanha de desobediencia ao governo
Televisão: Reino Unido e Brasil lideram nomeações aos Emmy Internacionais
Ramal da Lousã: Movimento promete lutar até ao fim pela electrificação da linha
Futebol Praia: Mundial - Portugal vence Uruguai por 14-7 e termina no terceiro lugar
Benfica eliminado da Taça de Portugal
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos