Última hora Profissionalização e novas tecnologias em...OE2010: Jerónimo diz que orçamento "não traz...Novo disco de Maria de Medeiros FIA altera pontuação a um dia do início da...OE2010: Sócrates reitera que Governo não...Procura pela dívida portuguesa quase quadruplicou...Assis acusa Ferreira Leite de ter agravado...INE: Preços sobem 0,1% em JaneiroPrimeiro ministro está "fora da realidade"...AR: Portas desafia Sócrates a "tocar no seu...
por
Francisco
sarsfield cabral
A propósito da polémica sobre o tratado constitucional da UE, muitas críticas foram feitas, também nesta coluna, à atitude dos franceses. À esquerda e à direita, predomina em França um sentimento de medo do futuro - medo da globalização, das deslocalizações, da concorrência dos novos membros da União, das importações da China, etc. O receio tem a ver com a ameaça que tudo isso representa para o nível de vida e para a protecção social de que hoje gozam os franceses.
Mas, do ponto de vista da eficácia económica, a França não é um "doente" na Europa, como era a Grã-Bretanha antes da sr.ª Thatcher e hoje é a Itália de Berlusconi. Os serviços públicos franceses funcionam em geral muito bem, a começar pela saúde. E, no conjunto da economia, a produtividade horária em França é superior à que se regista nos Estados Unidos. Apenas acontece que os franceses trabalham menos horas do que os americanos. A média é de 1467 horas anuais de trabalho em França, contra 1820 nos EUA. Em 2000, o Governo socialista de Jospin fez aprovar a lei das 35 horas, culminando sucessivas lutas vitoriosas das centrais sindicais para reduzir o tempo de trabalho. A tendência para trabalhar menos é, de resto, geral na Europa. Mas é recente em 1970, os europeus trabalhavam mais horas do que os americanos. Agora sentem-se ricos e preferem descansar.
É uma opção legítima e racional a partir de um certo nível de riqueza, até faz sentido preferir ter mais tempo livre a ganhar mais dinheiro a trabalhar. Apenas acontece que, com a globalização e com a baixa taxa de natalidade, os franceses não irão conseguir manter o seu excelente Estado social se não trabalharem mais tempo. Algo que os alemães já começaram a perceber, prolongando períodos de trabalho sem aumentos salariais. Não se pode ter tudo.
venda da Cimpor com impacto de 90 milhões na Teixeira Duarte
Populares apoiam Gonçalo Amaral à chegada dos McCann
Situação económica é má para 90% dos portugueses
Grécia: Funcionários públicos queimam bandeira da União Europeia
Futebol: Sporting - Mexer e Renato Neto no treino
Alegações finais do julgamento livro de Gonçalo Amaral
Família descobre morte de filho através do Facebook
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Legalidade das escutas gera divisão
Casamento 'gay' votado amanhã
Petição online já ultrapassou 4000 assinaturas e vai ser discutida em plenário
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos