Última hora Profissionalização e novas tecnologias em...OE2010: Jerónimo diz que orçamento "não traz...Novo disco de Maria de Medeiros FIA altera pontuação a um dia do início da...OE2010: Sócrates reitera que Governo não...Procura pela dívida portuguesa quase quadruplicou...Assis acusa Ferreira Leite de ter agravado...INE: Preços sobem 0,1% em JaneiroPrimeiro ministro está "fora da realidade"...AR: Portas desafia Sócrates a "tocar no seu...
por
Luís delgado
O "não" holandês é dado como certo, hoje, no referendo sobre o tratado constitucional. É mais um, mas neste caso pouco surpreende. A Holanda, por to-das as razões, é tradicionalmen-te um país do "contra". Se nin-guém quisesse a nova consti-tuição, eles votariam a favor, e vice-versa. Na França, e como o "não" foi um aviso claro e inequívoco a Chirac, a mudan-ça de chefe de Governo não se fez esperar. Belo sistema semi-presidencial, este, em que Chi-rac muda de primeiro-ministro em horas. A dúvida, contudo, é que o tempo escasseia para as eleições de 2007, e a degradação do centro-direita é visível na forma maciça como os france-ses recusaram a constituição europeia. Não tendo outro meio, usaram o que estava à mão. O mesmo já fizeram os alemães, com a derrota histó-rica de Schroeder na Renânia, o que levou à convocação de eleições antecipadas no Outo-no. Ou muito nos enganamos, ou o Governo socialista e Verdes alemão vai à vida.
Alguma destas situações tem a ver com a Europa-instituição?
É óbvio e evidente que os eleitores - mais tarde ou cedo vai acontecer em Portugal - estão fartos de mentiras, de políticos que não dizem o que vão fazer, ou, se dizem, omitem o mais dramático e importante. Isso gera uma revolta interior profunda, que se expressa na primeira oportunidade. Mais os eleitores desejam, com uma vontade crescente, que a gestão do país seja feita de uma forma tecnicamente profissional, verificável e auditável, a qualquer momento, para que se conheça, com rigor e transparência, como vai o país.
Os eleitores, cada vez mais, e com razão, encaram os primeiros-ministros como presidentes de conselhos de administração, que têm de responder aos "accionistas" pelos resultados da "empresa". E, dessa forma, serão louvados ou responsabilizados pelos bons e maus momentos, falta de iniciativa, e esforço exagerado sobre os "patrões", os que entram com o dinheiro para aguentar a empresa. E uma empresa em falência técnica e real obriga a que os accionistas façam suprimentos constantes - neste caso através dos impostos -, o que esgota qualquer bolsa ou paciência. E aí, uma de duas ou fecha a "empresa-país" ou muda a "gerência-governo".
Profissionalização e novas tecnologias em análise
Novo disco de Maria de Medeiros
FIA altera pontuação a um dia do início da competição
Procura pela dívida portuguesa quase quadruplicou oferta - presidente do IGCP (C/Áudio)
Assis acusa Ferreira Leite de ter agravado endividamento com alterações à lei das finanças regionais
INE: Preços sobem 0,1% em Janeiro
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Entram no banco, tiram o véu e dizem: "mãos ao ar"
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Legalidade das escutas gera divisão
Paulo Rangel assegura que está em "sintonia" com Aguiar-Branco
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos