Última hora Zinedine Zidane e Enzo Francescoli em 'reality...Frederico Gil é a esperança para Taça DavisCR9 "manteve a palavra" e recusou 'Barça'Os mergulhos de um português na AntárcticaTiger Woods tem seis meses para salvar casamentoEspanhol Castro Santos sucede a José MotaGrécia: Greve com adesão de milhares de funcionários...Sporting diz adeus a 6,4 milhõesEuronext Lisboa: Bolsa abre a subir 1,21%...Naufrágio/Costa da Caparica: Buscas de pescador...
Com a obra poética Os Livros, uma edição da Assírio & Alvim,Manuel António Pina acaba de vencer o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (APE), um dos mais prestigiados galardões da literatura portuguesa. O júri era constituído por Paula Mourão, José Carlos Seabra Pereira, Clara Rocha, José Manuel Vasconcelos e Francisco Duarte Mandas. A mesma obra havia sido distinguida com o Prémio Luís Miguel Nava, em Dezembro de 2004.
Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, ex-jornalista cultural do Jornal de Notícias do Porto, ficcionista (Os Papéis de K.), também na área da literatura infantil, Manuel António Pina disse ao DNter ficado especialmente satisfeito com o galardão, dada a qualidade do júri "O mérito dos prémios depende do nível do júri."
Quanto à obra, diz tratar-se do "encerramento de um ciclo, uma reflexão sobre a escrita, seus limites e impossibilidades." Os Livros interroga o gesto de escrever e a própria palavra escrita, tendo em conta que o poeta é, em primeiro lugar, um leitor , um depositário de memórias e outras vozes.
"Tento procurar, em Os Livros, uma voz, a minha voz entre as inumeráveis vozes existentes. Haverá essa voz primitiva?", pergunta-se.
Manuel António Pina tenta, por outro lado, desenvolver, nesta obra, soluções formais que vinham já de livros anteriores a variedade de rimas e ritmos, a tensão entre verso medido e não medido.
Instrumento de convocação do mundo, a poesia é, segundo disse, em entrevista ao DN, espanto e queda "porque não há nenhuma resposta, nada nem ninguém responde do lado de lá!" "Não temos senão palavras" - refere ainda.
Nascido no Sabugal (Beira Alta), em Novembro de 1943, Manuel António Pina é autor de livros como Ainda Não é o Fim nem o Princípio do Mundo Calma é Apenas um Pouco Tarde; Nenhum Sítio; Um Sítio Onde Pousar a Cabeça; O Caminho para Casa; Algo Parecido com Isto da Mesma Substância; Cuidados Intensivos e Nenhuma Palavra, Nenhuma Lembrança.
Apoio a glória do Sporting
Zinedine Zidane e Enzo Francescoli em 'reality show'
Frederico Gil é a esperança para Taça Davis
CR9 "manteve a palavra" e recusou 'Barça'
Os mergulhos de um português na Antárctica
Tiger Woods tem seis meses para salvar casamento
À beira do precipício, mas com esplanadas sempre cheias
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Entram no banco, tiram o véu e dizem: "mãos ao ar"
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos