Última hora Desporto: Sporting - Equipa principal na...Mais um caso de grávida vacinada a perder...Futebol: Tunísia - Humberto Coelho substituído...Susan Boyle lança disco de estreia no NatalCasa Pia: Instituição é hoje uma referência..."Para o Barça só tenho palavras de agradecimento""Vejo muito mal este clima de tensão entre..."É difícil entendimento entre as esquerdas...Justiça: "É preciso repor a decência", adverte...AR: Será muito difícil um entendimento entre...
por
pedro Mexia
pedromexia@hotmail.com
Nesta segunda edição do consolidado IndieLisboa não tenho sido tão assíduo como no primeiro ano. O ideal nestes festivais é assistir a uma maratona de celulóide, nem que seja preciso transferir por uma semana o endereço postal. Não tenho conseguido isso mas, ainda assim, passei algumas vezes pelo King e pelo Fórum Lisboa.
Comecei com uma decepção, The Girl From Monday, de Hal Hartley. Decepção reincidente e previsível, pelo menos desde Amateur. As três primeiras obras de Hartley são pepitas de realismo irónico, ao mesmo tempo emotivo e brechtiano. Mas agora bateu quase no fundo, com uma parábola orwelliana sobre o nosso futuro como "consumidores", que tem méritos formais mas que se afoga em patacoadas anticapitalistas.
Plataforma, exibido no contexto da homenagem a Jia Zhangke, coqueluche do novo cinema chinês, é outro mundo. Como tinha perdido a exibição comercial do filme, colmatei agora a lacuna. Uma boa opção, porque se trata de uma narrativa seca, subtil e admirável sobre as transformações da sociedade chinesa nos anos Deng. Através da errância geográfica e afectiva de um grupo musical, Zhangke acumula os indícios de uma espécie de opressão pelo aborrecimento, acompanhando também alguns aspectos quase caricaturais da tímida abertura ao Ocidente (ouvir uma canção dos Modern Talking em chinês é um grande momento).
Uma simpática surpresa foi Sábado, de Juan Villegas, enquadrado na retrospectiva do novo cinema argentino. É, mais uma vez, um exercício minimalista sobre o aborrecimento, mas desta vez em Buenos Aires, num sábado estival. Os três casais que povoam Sábado vão sendo desfeitos e recompostos, numa deriva rohmeriana que inclui os diálogos mais ágeis que ouvi desde Roger Dodger, com variações em staccato sobre o amuo, o equívoco, a conversa mole. É uma obra de ambições modestas, mas plenamente conseguida em termos de construção. E muitíssimo divertida.
E houve ainda um episódio memorável um filme coreano obscuro que se transformou de repente em filme coreano impenetrável, até descobrirmos que uma bobine tinha sido trocada. E nós a pensarmos que o cineasta era um génio do hermetismo.
Desporto: Sporting - Equipa principal na VII Gala dos Leões de Portugal
Mais um caso de grávida vacinada a perder o bebé
Futebol: Tunísia - Humberto Coelho substituído por Faouzi Benzarti
Susan Boyle lança disco de estreia no Natal
Casa Pia: Instituição é hoje uma referência na integração e protecção de jovens - ministra do Trabalho
"Para o Barça só tenho palavras de agradecimento"
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Jaime Gama recusa autorizar viagem de deputados a África
Português estreante em grandes torneios ganha 404 mil
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Linha Porto-Vigo concluída dois anos depois do previsto
Acidente com avião militar provoca cinco mortos
CSM esclarece amanhã questão de destruição de escutas
PGR "actuou de forma atabalhoada" e por "razões políticas"
Constâncio admite aumento de impostos até 2013
Ministro Defesa homenageia Marinha pela distinção à guarnição da fragata Corte-Real
gripe a
sida
mangualde
brasil
alexandra
bpp
emprego
escuteiros
gnr
castelo branco
Em sua opinião que impostos devem ser aumentados para corrigir o défice?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos