Última hora Moçambique: Apoio empresarial, energias renováveis...Sócrates quer consenso na aprovação do PECWhite Stripes ameaçam processar Força Aérea...OE2010: Primeiro ministro está "fora da realidade"...OE2010: Assis acusa Ferreira Leite de ter...Automóvel: Nissan lucra 340 milhões de euros...História: Zheng He contra Vasco da Gama -...Grécia: Mais de dez mil manifestantes em...Cinema: Festival de Berlim dominado por independentes...Grécia: Milhares de funcionários públicos...
A cada dia que passa as circunstâncias políticas reforçam o seu contributo inestimável para uma falta de tino generalizada no País. O Governo e a maioria parlamentar que o assiste querem reduzir os poderes presidenciais. O Presidente da República, além do péssimo hábito de falar por interposta pessoa, escolheu o epicentro da crise para reclamar o poder de nomear as entidades reguladoras - nas áreas da saúde, da comunicação social ou da concorrência. Estes debates são saudáveis mas não devem, por razões óbvias, ocorrer num ambiente de picardia e crescente crispação.
A continuar esta vertigem de humores, só falta que Alberto João Jardim venha propor a dissolução do Presidente da República e que este venha justificar a dissolução do Governo com base em erros protocolares do ainda primeiro-ministro...
O Presidente já não está no seu lugar: ou seja, acima das questiúnculas partidárias. Por sua iniciativa, Jorge Sampaio conseguiu, com o peso do seu silêncio e a leveza irreflectida do que diz ou manda dizer, fazer parte da pré-campanha eleitoral. E este desnorte presidencial beneficia sobretudo Pedro Santana Lopes. O ambiente atípico de confronto institucional é o aquário perfeito para o primeiro-ministro. Dá-lhe motivos para se indignar e assumir o interessante estatuto de perseguido político.
É verdade que Santana Lopes parte, por sua culpa, de uma posição de desvantagem nesta corrida. Mas se juntarmos a deriva presidencial à falta de clareza programática do PS e à admissão de um cenário de aliança pós-eleitoral com o Bloco de Esquerda, é manifestamente prematuro declarar a morte política de Santana Lopes. E, já agora, convém não desprezar os aumentos da função pública e das pensões, que, por junto, beneficiam mais de três milhões de eleitores. Isto é, não basta silêncio e pose de Estado a José Sócrates para ser primeiro-ministro. Falta o golpe de asa que faz a diferença: a coragem de afirmar que só governa com maioria absoluta. Não por arrogância mas, sim, por convicção.
MIGUEL COUTINHO
Ministros em reunião de emergência para discutir Grécia
UE: Parlamento Europeu alarga fundos para habitação a todas as comunidades marginalizadas
Moçambique: Apoio empresarial, energias renováveis e cultura na visita de José Sócrates, diz SENEC
Sócrates quer consenso na aprovação do PEC
White Stripes ameaçam processar Força Aérea dos EUA
OE2010: Primeiro ministro está "fora da realidade" e omite endividamento - Presidente do PSD
Família descobre morte de filho através do Facebook
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Entram no banco, tiram o véu e dizem: "mãos ao ar"
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
Alan Kaufman reinventa o guarda-chuva
Sócrates nega indicações à PT para compra de televisão
Paulo Rangel considera "estranhas" críticas de Assis
Rangel denuncia plano do Governo para controlar Media
Legalidade das escutas gera divisão
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
mario crespo
crel
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos