Última hora Cristiano Ronaldo já treina sem restriçõesJorge Jesus lamenta oportunidades falhadas...Espanha: Governo prepara-se para aprovar...Tottenham arrasa Wigan com nove golosUsain Bolt e Sanya Richards atletas do ano...PCP defende manutenção de escutas "para processos...CDS-PP diz que estará atento ao cumprimento..."Assistimos a uma tentativa de decapitação...Carlos Carvalhal satisfeito com a atitude...Futebol: Taça de Portugal - Guimarães vence...
A cada dia que passa as circunstâncias políticas reforçam o seu contributo inestimável para uma falta de tino generalizada no País. O Governo e a maioria parlamentar que o assiste querem reduzir os poderes presidenciais. O Presidente da República, além do péssimo hábito de falar por interposta pessoa, escolheu o epicentro da crise para reclamar o poder de nomear as entidades reguladoras - nas áreas da saúde, da comunicação social ou da concorrência. Estes debates são saudáveis mas não devem, por razões óbvias, ocorrer num ambiente de picardia e crescente crispação.
A continuar esta vertigem de humores, só falta que Alberto João Jardim venha propor a dissolução do Presidente da República e que este venha justificar a dissolução do Governo com base em erros protocolares do ainda primeiro-ministro...
O Presidente já não está no seu lugar: ou seja, acima das questiúnculas partidárias. Por sua iniciativa, Jorge Sampaio conseguiu, com o peso do seu silêncio e a leveza irreflectida do que diz ou manda dizer, fazer parte da pré-campanha eleitoral. E este desnorte presidencial beneficia sobretudo Pedro Santana Lopes. O ambiente atípico de confronto institucional é o aquário perfeito para o primeiro-ministro. Dá-lhe motivos para se indignar e assumir o interessante estatuto de perseguido político.
É verdade que Santana Lopes parte, por sua culpa, de uma posição de desvantagem nesta corrida. Mas se juntarmos a deriva presidencial à falta de clareza programática do PS e à admissão de um cenário de aliança pós-eleitoral com o Bloco de Esquerda, é manifestamente prematuro declarar a morte política de Santana Lopes. E, já agora, convém não desprezar os aumentos da função pública e das pensões, que, por junto, beneficiam mais de três milhões de eleitores. Isto é, não basta silêncio e pose de Estado a José Sócrates para ser primeiro-ministro. Falta o golpe de asa que faz a diferença: a coragem de afirmar que só governa com maioria absoluta. Não por arrogância mas, sim, por convicção.
MIGUEL COUTINHO
Uso em excesso de antivirais
Surfista tetraplégicochama outros jovens
Passos Coelho quer discutir emprego
O maior lago artificial da Europa
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Moção contra os contentores
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
'Poker' é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
Mais de vinte portugueses já ganharam o Euromilhões
Carro voou e perfurou camião cheio de gasóleo
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Distritais PSD de Lisboa e Porto querem directas já
Oliveira Costa com acusação deduzida
Luva de Michael Jackson vendida por 235 mil euros
Campos de concentração para tâmiles esvaziados
Casal americano confessa que espiou 30 anos para Cuba
gripe A
sida
brasil
ALEXANDRA
bpp
mangualde
Castelo Branco
EMPREGO
gnr
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos