Última hora "Não me passa pela cabeça que a proposta...Leroy Merlin investe 150 milhões em PortugalUE/Pesca: Parlamento Europeu apoia proibição...Nova marca visa aumentar exportação de vinhoPR: Cavaco manifesta "apreço" por GNR e sublinha...Louçã confiante em viabilização de inquérito...VIDEO:Portas desafia Sócrates a "tocar no...ETA/Portugal: Cavaco diz não haver razão...Vinho: Angola é o principal mercado externo...Cavaco recusa acrescentar "palavra" a declarações
Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, apelou ontem ao fim da especulação nos preços do petróleo. Trichet pediu aos mercados que «funcionem o melhor possível», uma vez que, no momento, o preço não corresponde ao valor que adviria do «normal encontro entre oferta e procura».
A preocupação do presidente do BCE é explicada pelo forte impacto da subida do crude na inflação. Ontem mesmo, a autoridade monetária europeia previu que a inflação atinja entre 2,1% e 2,3% este ano e entre 1,5% e 2,5% em 2005, bem acima dos 1,8% previstos em Setembro. O cenário para a inflação mantém-se «preocupante», tanto mais que as baixas taxas de juro estão a impulsionar a procura e crédito para consumo, reconheceu Trichet.
CRESCIMENTO. A escalada do petróleo, aliada ainda à excessiva valorização do euro, estão também a retirar competitividade às exportações europeias e a complicar ainda mais a já tímida retoma. Por isso, as perspectivas do BCE não são já optimistas. Para este ano, a previsão de crescimento do PIB baixa para 1,8%, quando era antes de 1,9%; em 2005, a correcção é ainda mais significativa - espera-se um crescimento de apenas 1,9%, quando, nas previsões de Setembro, se avançado com uma expansão de 2,3%.
Reacção. Ao mesmo tempo que Trichet mostrava preocupação com a escalada do petróleo, que este ano já subiu 60%, o mercado reagia em baixa ao inesperado aumento dos stocks dos EUA, o maior consumidor mundial. Em Londres, o brent, que nos últimos dois dias recuou 12%, foi transaccionado abaixo da barreira dos 40 dólares, pela primeira vez desde Setembro. O Departamento de Energia dos Estados Unidos surpreendeu o mercado, ao anunciar um aumento das reservas de crude, de gasóleo e óleo para aquecimento. Estas últimas cresceram 2,3 milhões de barris, elevando-se a 117,9 milhões, dado que as temperaturas estão mais amenas que o habitual e a capacidade de produção das refinarias aumentou 1,1%.
Diploma aprovado na comissão dos Assuntos Constitucionais
Paulo Rangel candidata-se à liderança do PSD
"Não me passa pela cabeça que a proposta seja desfigurada"
Leroy Merlin investe 150 milhões em Portugal
UE/Pesca: Parlamento Europeu apoia proibição de capturas de atum rabilho
OE2010: Sócrates garante que Governo nomeará para Banco de Portugal alguém "à altura" do cargo
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
Tribunal arrasa benefícios fiscais
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Legalidade das escutas gera divisão
Autoridades avaliam risco da ETA na visita do Papa
Casamento 'gay' votado amanhã
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos