Última hora Futebol: LC - "Para o Barça só tenho palavras...Açores/Cargueiro: Cavalos retirados do navio...Face Oculta: Arguidos Paulo e Manuel Costa...Cavalos retirados "com sucesso" de navio...Checos arbitram em Alvalade, austríacos no...Concessões: Tribunal de Contas detecta três...Guimarães não apresenta queixa pelo apedrejamentoQuinta da Gaivosa Tinto 2005 conquista o...Canoagem: Montemor-o-Velho recebe europeus...Casa Pia: Juíza aceita alterações de factos...
A organização Estrada Viva, constituída por três dezenas de organizações, acusou «as pessoas com responsabilidades públicas» de continuarem «adormecidas» perante o «pesadelo dos traumas rodoviários», que nos últimos 30 anos causaram 50 mil mortos em Portugal.
A propósito do Dia da Memória das Vítimas da Estrada, a Estrada Viva - Liga contra o Trauma recorda que 250 mil pessoas ficaram com traumatismos profundos e 300 mil famílias foram afectadas. Para a Liga, trata-se de uma «epidemia social» e um «terrível problema de saúde pública com que Portugal tem preferido não se confrontar».
No caderno reivindicativo apresentado ontem, a organização Estrada Viva reclamou a possibilidade de penalizar técnicos e políticos por crime rodoviário, a co-responsabilização do Instituto de Estradas e a revisão do segredo de justiça no âmbito dos acidentes de viação.
A nível legislativo, a organização defende a criação de um quadro penal ou cível de penalização do crime rodoviário, aplicável a técnicos e políticos que, por omissão ou acção, ponham em perigo a vida dos utentes da estrada. A co-responsabilização do Instituto de Estradas, na medida em que as estruturas viárias e respectivas sinaléticas são factores adjuvantes de sinistralidade, e a revisão do segredo de justiça no âmbito destes acidentes são também reclamados pela Liga.
A definição das responsabilidades quanto aos aspectos comunicacionais entre as vítimas, seus familiares e o Estado, a criação de cartas dos direitos do peão e da pessoa traumatizada são outras das exigências da Estrada Viva, que apela ainda à revisão do sistema de emergência pré-hospitalar e à redefinição das práticas de medicina de emergência. Ao nível estrutural, a organização entende que o Estado deveria reconhecer a segurança rodoviária como um importante problema de saúde pública, devendo o sistema de saúde assumir um papel preponderante na investigação das causas e combate à sinistralidade.
O Governo, lê-se ainda no caderno reivindicativo, deveria criar um organismo autónomo dedicado à investigação, prevenção e coordenação das actividades de segurança rodoviária.
Futebol: LC - "Para o Barça só tenho palavras de agradecimento", Mourinho
Açores/Cargueiro: Cavalos retirados do navio ainda poderão participar na final da Taça de Portugal de Dressage
Face Oculta: Arguidos Paulo e Manuel Costa contestam eventual pagamento de caução
Cavalos retirados "com sucesso" de navio encalhado
Checos arbitram em Alvalade, austríacos no Benfica
Concessões: Tribunal de Contas detecta três violações à lei no contrato da Baixo Alentejo
Ricardo Araújo Pereira exige demissão de Jorge Jesus
Jaime Gama recusa autorizar viagem de deputados a África
Português estreante em grandes torneios ganha 404 mil
Navio encalhado impede sete cavalos de participar em prova
Linha Porto-Vigo concluída dois anos depois do previsto
FBI procura falso agente secreto que burlou os McCann
PGR "actuou de forma atabalhoada" e por "razões políticas"
Só o budismo aprova casamento homossexual
Constâncio admite aumento de impostos até 2013
Publicação das escutas não é unânime entre provedores
gripe A
brasil
sida
bpp
ALEXANDRA
mangualde
Castelo Branco
gnr
EMPREGO
psp
Se tivesse possibilidades económicas compraria uma viagem ao espaço?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos