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A Velha Europa está ansiosa com as presidenciais americanas. Dirigentes políticos, intelectuais e a maioria das populações da Velha Europa torcem abertamente pelo candidato democrata. Ninguém, ao certo, sabe quem é e o que pensa realmente John Kerry sobre o que se passa no mundo e a forma de combater eficazmente o terrorismo. Ninguém sabe ao certo o que pensa o candidato democrata dos grandes problemas internacionais e que caminho seguirá a política externa norte- -americana se Kerry obtiver a maioria do Colégio Eleitoral. Não interessa. A Velha Europa quer, acima de tudo, a derrota de George W. Bush. A Velha Europa, bem lá no fundo, odeia a América e inveja a sua democracia, intocável mesmo em tempos de guerra, de recessão económica, de crises sociais gravíssimas, de atentados horrendos e derrotas militares profundas, como foi a do Vietname. A Velha Europa não suporta olhar-se ao espelho e ver uma história de fascismos, colaboracionismos abertos e dedicados com o nazismo, cobardias, capitulações, guerras perdidas e fraquezas sem nome perante o comunismo soviético.
A Velha Europa foi obrigada pelos americanos a libertar-se do nazismo e a ser democrática, engoliu mal a Guerra Fria contra os amigos soviéticos e, para se vingar, salta de alegria com as derrotas de Washington. A Velha Europa largou umas lágrimas de crocodilo no 11 de Setembro, sonhou com um novo Vietname no Afeganistão, tentou tudo para travar a libertação do Iraque, amplifica os erros dos aliados e compreende o terrorismo bárbaro que mata milhares de inocentes. A Velha Europa, anti-semita, odeia o apoio dos EUA a Israel e está de alma e coração ao lado dos terroristas palestinianos.
É esta Velha Europa, falsamente pacifista, antiamericana sempre, que agora sofre e torce pelo candidato democrata John Kerry. É esta Velha Europa, cobarde e capitulacionista, que olha com desprezo para a América e mostra, sempre que pode e não pode, uma estúpida superioridade intelectual. É esta Velha Europa, cega e surda, que tenta, desesperadamente, impedir a afirmação da Nova Europa, nascida da resistência ao comunismo e agora aliada firme na luta contra o terrorismo dos que sempre a apoiaram nos tempos da Guerra Fria.
É por isso que hoje eu voto, obviamente, em George W. Bush.
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