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por
PAULA SÁ
URSULA ZANGGER-ARQUIVO DN
BPP. O ex-ministro do PS escreveu prefácio do livro do banqueiro
O socialista João Cravinho não se arrepende de ter escrito o prefácio do livro "Testemunho de um Banqueiro", de João Rendeiro, mesmo depois do escândalo que envolve o Banco Privado Português (BPP). "O prefácio representa o que penso de João Rendeiro, até prova em contrário. Continuo a pensar que é um homem de bem", afirmou ao DN.
O actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD) sublinha que "é amigo" do ex-presidente do BPP e que apesar de ter sido membro do Conselho Consultivo do banco durante três anos não teve "qualquer conta ou transacção" com o BPP.
"Fiz o prefácio porque o amigo me convidou. Fi-lo com a responsabilidade e o sentido de verdade à data em que o fiz. E se ele me convidasse agora também o faria", garante João Cravinho. Aproveita para dizer que João Rendeiro lhe transmitiu estar convicto de que o BPP iria sobreviver apesar da crise financeira.
No prefácio do "Testemunho de um Banqueiro", Cravinho diz a propósito da personalidade de Rendeiro e da ambição que o moveu: "Chegar mais alto pelo seu próprio mérito, com toda a limpeza, é também apontar caminhos aos outros, um pouco como quem abre portas a futuras marés que levantam os barcos à medida que a linha de água sobe."
O antigo ministro das Obras Públicas do Governo de António Guterres recorda que o banqueiro começou a sua vida profissional na administração pública e que, na altura, mesmo sem o conhecer bem pessoalmente "desde logo me apercebi da sua craveira intelectual e carácter". Daí que tenha sido ele próprio a escrever uma carta recomendando a admissão de Rendeiro ao programa de doutoramento de Sussex, desviando-o da carreira na função pública.
João Cravinho afirma ainda no prefácio que João Rendeiro soube tirar partido da liberalização dos mercados de capitais em meados dos anos 80. "Hoje, não carece de demonstração o sucesso da ambiciosa e inovadora estratégia empresarial que vem prosseguindo em torno do Banco Privado Português", pode ainda ler- -se nesta introdução às memórias.
O livro de João Rendeiro, o primeiro em Portugal sobre a vida de um banqueiro, foi lançado em Novembro do ano passado, numa altura em que o BPP já estava debaixo de fogo. Na altura não quis falar da situação do banco, mas prometeu não baixar os braços. Ainda em Novembro, o banqueiro abandonou a presidência do banco destinado a gerir fortunas e do qual era o principal accionista.
Em Dezembro, para salvar o BPP da falência, foi-lhe concedido um empréstimo de 450 milhões de euros, vindos de seis instituições de crédito, com a garantia de Estado, entre as quais a Caixa Geral de Depósitos. Recentemente, a PJ, o Ministério Público e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários fizerem buscas às instalações do BPP que visaram apreender registos de movimentos bancários, que podem estar relacionados com aplicações financeiras suspeitas.|
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