Última hora venda da Cimpor com impacto de 90 milhões...Populares apoiam Gonçalo Amaral à chegada...Situação económica é má para 90% dos portuguesesGrécia: Funcionários públicos queimam bandeira...Futebol: Sporting - Mexer e Renato Neto no...Alegações finais do julgamento livro de Gonçalo...Moody's diz que Portugal não tem os problemas...Grécia: Ministros das finanças UE em teleconferência...Media/Governo: Sócrates reitera que nenhum...BCP vende banco na Turquia
por
Manuel Queiroz
jornalista
"Arcebispo causa alvoroço ao dizer que a 'Sharia' é inevitável na GB", diz o The Guardian, "Adoptem a 'Sharia' na Grã- -Bretanha", segundo o The Daily Telegraph, "Arcebispo defende lei islâmica na GB", no The Times. As capas dos principais jornais ingleses vão todas buscar as controversas palavras do arcebispo de Cantuária, numa conferência em Londres.
O Governo, os partidos principais e os editoriais dos jornais condenam o dr. Rowan Williams, o chefe da Igreja de Inglaterra, a qual nasceu da dissidência da Católica. O arcebispo defende que em cada indivíduo há várias identidades que se sobrepõem (nacional, religiosa, política, desportiva) e que por isso se deve acomodar algumas partes da Sharia. Não, obviamente, aquelas que defendem a lapidação das mulheres adúlteras, ou cortar as mãos aos ladrões.
Mas, diz Paul Vallely no The Independent, "as notícias têm pouco espaço para subtilezas à volta de argumentos delicados. Um líder religioso prudente - ou pelo menos o seu assessor de imprensa - devia saber isso" e compara o equívoco gerado ao que Bento XVI arranjou com o famoso discurso de Regensburg. Porque já há algumas excepções na lei para acomodar a Sharia em relação a impostos, por exemplo. Mas Rowan Williams, um professor universitário e poeta nascido em Gales, já defendeu por exemplo que os terroristas do 11 de Setembro "podiam ter altos valores morais" e há três meses comparou os muçulmanos em Inglaterra com o Bom Samaritano. E ainda há dias um outro bispo da mesma Igreja disse que havia zonas do país onde não podiam entrar não muçulmanos, o que era inadmissível.
"É fundamental para esta democracia que haja só uma lei para todos. (…) Seria mais útil perguntar como ajudar mais muçulmanos a integrarem-se com sucesso naquela que é uma cultura tolerante, do que forçar a mudança dessa cultura para dar uma noção de que partes da comunidade muçulmana se sintam mais confortáveis", escreve em editorial The Times.|
Louçã confiante em viabilização de inquérito parlamentar
Portas desafia Sócrates a "tocar no seu próprio salário" para "dar o exemplo"
ETA/Portugal: Cavaco diz não haver razão para qualquer "alarmismo social"
Vinho: Angola é o principal mercado externo, Suécia o que mais cresceu
Cavaco recusa acrescentar "palavra" a declarações
Portugueses tiram 99 milhões dos fundos
PS "perplexo" com intervenção crítica de Pinto Monteiro na AR
PGR: Lei do segredo de justiça "não é má, é péssima"
Sporting diz adeus a 6,4 milhões
"Não há indício de plano do PM para controlar a imprensa"
"Agarrei-o morto para eu não ficar sozinho"
Tribunal arrasa benefícios fiscais
Legalidade das escutas gera divisão
Autoridades avaliam risco da ETA na visita do Papa
Casamento 'gay' votado amanhã
Petição online já ultrapassou 4000 assinaturas e vai ser discutida em plenário
brasil
diana piedade
bpp
emprego
haiti
acidente
idolos
salvador caetano
crel
mario crespo
Quem tem mais culpas na má época do Sporting?
Curso de Fotografia e Vídeo Digital
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos