Última hora Face Oculta: CDS-PP diz que estará atento...Irão: Vice-presidente reformista iraniano...Médio Oriente: Confrontos israelo-palestinianos...China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa...Indonésia: Ferry indonésio naufragou com...Colômbia-Venezuela: Uribe insiste nas intenções...Espanha: Várias detenções em Madrid durante...Ringo Starr e Paul McCartney gravam juntosLuva de Michael Jackson vendida por 235 mil...Atlantis: Terminou segunda saída orbital...
por
PEDRO FIGUEIREDO, Maputo
P.F. - LUSA
A capital moçambicana está transformada numa cidade em estado de sítio, de onde só se entra ou sai a pé, com barricadas de fogo em algumas das artérias da cidade e o acesso ao aeroporto a fazer-se apenas com escolta militar.
A avenida Acordos de Lusaka, a principal artéria que conduz ao aeroporto, está transformada num cenário de batalha campal entre polícias e manifestantes, que conseguiram cortar este acesso da cidade com um carro e vários contentores de lixo a arder.
No local, milhares de pessoas percorrem os passeios procurando regressar a casa, correndo para as ruas estreitas dos bairros vizinhos sempre que se ouvem disparos da polícia - a que os manifestantes respondem arremessando pedras.
Nesta avenida, que é uma das "linhas da frente" da confrontação entre as forças policiais e os manifestantes, é ainda possível ver carrinhas todo-o-terreno repletas de militares empunhando metralhadoras, que servem de escolta aos carros prioritários que seguem para o aeroporto.
Por todo o lado, nos pontos mais altos, centenas de populares observam de longe a confrontação, enquanto nos semáforos, atrás da barreira policial (muitos agentes estão à paisana) dezenas de carros esperam que uma acalmia da situação lhes permita sair da cidade - quem se aventura numa travessia solitária é sumariamente apedrejado pelos manifestantes, caso de um carro de reportagem da principal televisão privada em Moçambique, a STV.
A "linha da frente", montada na avenida que ostenta o nome dos acordos que conduziram à independência de Moçambique, repete-se um pouco por toda a cidade, mas agora apenas nas principais saídas.
Mas no centro de Maputo estão ainda as marcas da violência que se espalhou um pouco por toda a cidade, como resposta ao aumento do preço dos transportes semi-colectivos de passageiros, o meio de transporte utilizado pela maioria dos habitantes da capital moçambicana e arredores.
Contentores de entulho virados, montes fumegantes de pneus ardidos, pedras espalhadas por todo o lado, seguranças empunhando armas automáticas em alerta, carros de organizações internacionais circulando com a respectiva bandeira desfraldada de fora da janela, carros a fazerem inversão de marcha e a circularem com quatro piscas sempre que pressentem que uma rua esteja bloqueada mais à frente: eis os sinais visíveis dos tumultos.
Ao contrário de todos os outros dias, hoje não existem "chapas" (as pequenas carrinhas de passageiros que asseguram o transporte na cidade) em Maputo, os carros a circular são muito poucos e é possível ver milhares de pessoas a percorrerem a pé a capital moçambicana, resignadas à perspectiva de não terem transporte para sair da cidade.
De resto, Maputo foi ontem uma cidade paralisada, já que a ausência de transportes impediu muitos milhares de trabalhadores, residentes nos bairros periféricos, de chegarem à cidade.
Os bancos, hipermercados, escolas, lojas e outros estabelecimentos comerciais permaneceram encerrados ao longo de todo o dia, depois de manifestantes terem partido montras e vandalizado alguns deles.
A noite, que entretanto caiu em Maputo, trouxe uma relativa acalmia da situação, esperando-se que as negociações, entretanto encetadas, entre o Governo e os transportadores consiga trazer a paz às ruas da capital moçambicana.| LUSA
Face Oculta: PCP defende manutenção de escutas "para processos futuros" e condena destruição
Face Oculta: CDS-PP diz que estará atento ao cumprimento do princípio da legalidade
Irão: Vice-presidente reformista iraniano, Ali Abtahi, condenado a seis anos de cadeia
Médio Oriente: Confrontos israelo-palestinianos fizeram quase 8.900 mortos em 20 anos (ONG)
China: Pelo menos 87 mortos em explosão numa mina na China - Novo balanço
Indonésia: Ferry indonésio naufragou com mais de 200 pessoas a bordo
Vigilantes da Carris agredidos nos bairros
Dois feridos em incêndio de auto-caravana
A brasileira de 20 anos que uma minissaia tornou famosa
Alerta vermelho face à erupção iminente de um vulcão
"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"
'Poker' é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses
PGR arquiva escutas de Sócrates sem ouvir Noronha
Menina detida ao volante com mãe embriagada ao lado
Proença de Carvalho considera "ilegais" escutas ao Primeiro-Ministro
PGR manda arquivar escutas a Sócrates
Face Oculta: Não existem nas cinco escutas elementos que justifiquem procedimento criminal contra primeiro-ministro-PGR
UE: Bloco de Esquerda quer apertar fiscalização sobre venda de medicamentos pela Internet
gripe A
bpp
brasil
Castelo Branco
sida
depeche mode
ALEXANDRA
EMPREGO
gnr
mangualde
Decisão do PGR significa o fim do processo 'Face Oculta' para José Sócrates?
Grande Colecção Xutos & Pontapés
Impressora Multifunções Epson Stylus SX415
Todas as Iniciativas DN
Diário de Notícias, 2009 © Todos os direitos reservados | Termos de Uso e Política de Privacidade | Ficha Técnica | Publicidade | Contactos