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Duvidas sobre número de mortos

Megaexplosão em central eléctrica nos EUA

 

Megaexplosão em central eléctrica nos EUA

Habitantes da cidade de Middletown pensavam estar a viver um terramoto enquanto ambulâncias acorriam ao local

"Desenvolvemos uma operação de busca e resgate", afirmou à imprensa Gordon Holk, o administrador da central eléctrica de Middletown, objecto de violenta explosão ao fim da manhã de ontem (fim da tarde em Lisboa). Horas após o acidente, continuava a ser desconhecido o número exacto de vítimas mortais: informações veiculadas pela imprensa tanto referiam dois mortos como perto de 50. O mayor local, Sebastian N. Giuliano, referiu ao fim do dia a existência de cinco mortos e 12 feridos.

Middletown, cidade universitária do estado norte-americano de Connecticut, foi abalada pela explosão da sua central eléctrica que estava a ser objecto dos últimos testes antes de entrar em funcionamento. Na origem do acidente, que terá destruído grande parte do complexo, estará uma fuga de gás natural, segundo algumas fontes.

A violência da explosão foi tal que muitos dos habitantes da cidade pensaram estar a viver um terramoto, enquanto dezenas de ambulâncias eram enviadas para o local de onde alguns feridos foram transportados de helicóptero para os hospitais da região.

Os canais de televisão mostravam as colunas de fumo que se erguiam da acidentada central e que, aliás, eram visíveis na margem oposta do rio Connecticut.

Giuliano e o governador de Connecticut, Jodi Rell, visitaram o local ao início da tarde e afirmaram à imprensa, que se tratou de um "acidente industrial. Não há qualquer suspeita de terrorismo".

George Yepes, da polícia de Middletown, reconheceu que a "explosão" fora "brutal" e que fizera "muitos feridos e possivelmente mortos". Mas, como aconteceu com outros responsáveis locais, recusou concretizar o número de uns e de outros. Aliás, responsáveis houve que avançaram o número de 50 mortos para, horas depois, falar apenas em duas vítimas mortais.

O número de trabalhadores presentes na central no momento do acidente também não parece ser realmente conhecido: algumas fontes referiam 50, outras cem e ainda outras 250.


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