Última hora Advogado Soares Machado prevê que processo...Moçambique/Confrontos: Novidade na atuação...Praias/Póvoa de Varzim: Jovem resgatado do...Ricardo Carvalho surpreendido com Paulo Ferreira...Mãe de vítima tentou agredir arguidoVai ser mais fácil alterar registo de mudança...PS defende plano de prevenção para defender...Madeira sob aviso amarelo devido a persistência...Avante!: Festa será "pontapé de saída para...Casa Pia: Media mobilizam dezenas de jornalistas...
por Lusa
A France Télécom anunciou hoje a saída do "número dois" da empresa, Louis Pierre Wenes, devido ao suicídio de 24 colaboradores nos últimos 18 meses, cedendo assim aos sindicatos na questão da mobilidade interna.
Wenes - que ocupava o cargo de director-geral adjunto - será substituído por Stéphane Richard.
Trata-se da primeira mudança na direcção da empresa de telecomunicações desde o início da série de suicídios, que os sindicatos dizem serem motivados pelo descontentamento dos trabalhadores em relação à reorganização interna.
"Wenes é simbólico. Foi ele que instituiu a gestão pelo terror e deve partir", disse recentemente o delegado sindical de uma das estruturas sindicais que representam os trabalhadores da France Telecom.
Numa mensagem interna dirigida aos trabalhadores, a que a agência France Press teve acesso, Wenes explica que pediu à administração da empresa para ser "libertado das suas responsabilidades".
"Apesar das condições competitivas em que vivemos particularmente no nosso sector de actividade, nada justifica que homens e mulheres ponham fim às suas vidas. Ontem como hoje não o posso aceitar", declarou.
Stephane Richard, que até agora assumia a direcção das operações internacionais, entrou para a France Télécom em Maio e o seu nome tem sido designado na substituição do presidente do grupo, Didier Lombard, em 2011.
O mal-estar gerado pela série de suicídios de trabalhadores da France Télécom tem levado os sindicatos a criticar fortemente os métodos de gestão levados a cabo na operadora e a exigir medidas.
O forte controlo dos trabalhadores, nomeadamente dos tempos de pausa, a pressão insuportável para ganhos de produtividade e a desumanização das relações no seio da empresam são alguns dos métodos criticados pelas estruturas sindicais.
A France Télécom, detida em 13 por cento pelo Governo francês, emprega actualmente 100 mil pessoas no país.
Tags: Bolsa
France Télécom reconhece suicídio de 32 funcionários
Suicidou-se 25.º trabalhador da France Telecom
Empregados da France Telecom à beira da depressão
Nota: Os comentários deste site são publicados sem edição prévia e são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Consulte a Conduta do Utilizador, prevista nos Termos de Uso e Política de Privacidade. O DN reserva-se ao direito de apagar os comentários que não cumpram estas regras. Receber alerta de resposta - será enviado um alerta para o seu e-mail sempre que houver uma resposta ao seu comentário. Aparecer como anónimo - os dados (nome e-mail) são ocultados. Os comentários podem demorar alguns segundos para ficarem disponíveis no site.
Utilizador Registado Utilizador Não Registado
Mãe de vítima tentou agredir arguido
Vai ser mais fácil alterar registo de mudança de sexo
PS defende plano de prevenção para defender floresta
Madeira sob aviso amarelo devido a persistência de temperaturas elevadas
Avante!: Festa será "pontapé de saída para nova fase de luta", promete PCP
Aprovado decreto lei para farmácias 24 horas por dia
Maddie levada por mafia cigana
"Moniz tem sido uma decepção profunda"
Arguidos querem justiça depois de 8 anos "de pesadelo"
Burlas com remédios custam mais de 10 milhões
Presidente apela à calma - 6 mortos e 142 detenções
Azarenka sofreu ligeira comoção cerebral
Carrapatoso: "PSD tem que ser mais ousado nesta fase"
brasil
emprego
playboy
Venezuela
sef
gnr
ACIDENTE a25
acidente
classificados
titanic
O "Big Brother" fez bem ou mal à televisão portuguesa?
Colecção de Vespas
Comemoração dos 100 Anos da Implantação da República
Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Todas as Iniciativas DN